Pão doce ‘pelando’ em Budapeste

agosto 28, 2008

Por Carlos Eduardo Valim*

Depois de conhecer um bar de leite na Cracóvia, se você estiver na rota comuna, com certeza, vai acabar passando por Budapeste, a Viena dada para os cariocas cuidarem.

Lá a dica é estar em pelo menos um dia de semana, para ver o caos, a confusão nas ruas e os húngaros andando pra lá e pra cá num dia útil e também pegar pelo menos um dia do fim de semana. Na sexta-feira à noite, os moradores desaparecem, ninguém mais trabalha e tudo fica fechado até segunda de manhã.

No fim de semana, os turistas dominam a cidade e o melhor: a ponte que dá no Castelo de Budapeste é fechada para o trânsito e uma feirinha toma conta do lugar junto com as comidas mais gostosas: batatonas (pra variar) com molho agridoce, salsichões, pedaços suculentos de carne e o espetacular pão doce húngaro, que você vai ver rodando o dia inteiro nas televisões de cachorro.

Comprou um, o primeiro desafio é não queimar a mão. O cheiro vai pedindo pra comer rápido, mas a pressa só serve pra fazer você ganhar queimaduras de segundo grau. Resista um pouquinho e então quebre a casca dura – o miolo vem junto. Assopre um pouco e pronto! Os sabores de amêndoas (com várias coladas na casca) e baunilha são os garantidos.

*Valim é jornalista e adora se perder pelo mundo alimentando-se culturalmente. Em sua viagem mais recente, ele também passou pela Cracóvia e ainda promete dicas de Roma. Fotos: Valim.

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