Brigadeiro para presente
fevereiro 24, 2011
Hoje em dia é bacana dar brigadeiros de presente. Nosso tentador docinho caseiro ganhou status, atelier e lojas nos shoppings. Nessa linha, sou fã da Maria Brigadeiro, que inaugurou uma pequena loja em Pinheiros, no ano passado, onde é possível assistir à preparação dos deliciosos quitutes na hora.
Entre os mimos para presente estão a panelinha com brigadeiro tradicional (R$ 19), a marmita com 15 brigadeiros à escolha do freguês embrulhada em um charmoso lencinho (R$ 50) e uma ideia genial: o TPM Alívio, uma caixinha imitando remédio com oito brigadeiros (R$ 30) – a receita da felicidade.
A Maria Brigadeiro é tão chique que tem ‘Carta de Brigadeiros‘ com mais de 30 sabores. Entre os poucos que conheço indico o noir (meio-amargo com chocolate 70% cacau) e o de pistache. Eles já tem novidade para a Páscoa: ovos de chocolate ao leite recheados com oito bombons de brigadeiro “nos sabores favoritos do ateliê: tradicional (ao leite), pistache, noir (70% cacau) e chocolate branco”, diz a confeitaria. Os preços são ‘chiques’ também: R$ 70 o ovo de 300 gramas e R$ 98 o de 500 gramas.
Na linha ‘brigadeiro gourmet’, a Brigaderia oferece 27 versões do amado docinho (incluindo sabores com selo kosher) por R$ 3 a unidade. A confeitaria conta com lojas em três shoppings de São Paulo (Market Place, Pátio Higienópolis e Pátio Paulista), além de aceitar encomendas online. Na correria, pode ser uma ótima opção para garantir um delicioso presente. Mas neste quesito gourmet ainda prefiro os sabores da Maria Brigadeiro.
Brigadeiros recheados em lindas caixinhas artesanais são os destaques da Quitutes cor-de-rosa. Entre os docinhos envoltos em confeitos coloridos estão o brigadeiro de chocolate com recheio de cereja ao rum e o de chocolate branco recheado de damasco. Ganhei uma caixinha do amigo Alê Moreno e fiquei encantada.
Os preços da Quitutes também são cor-de-rosa: na caixinha para presente decorada os preços variam de R$ 8 (4 docinhos) a R$ 17 (12 docinhos) e as caixas para presente de madeira custam a partir de R$ 20, com 9 doces. A Claudia também criou brigadeiros com sabores bem bacanas como gengibre, limão siciliano, trufado, Sonho de Valsa e caféééé!
E não posso deixar de citar o ‘power’ brigadeiro da Eni, que alegra a redação do Valor com bolos, doces e salgados feitos pelas mãos de confeiteira dela e da irmã. São cerca de 90 gramas de puro brigadeiro cremoso, com sabor de infância para fazer a festa (R$ 3). A Eni também faz diversos quitutes para eventos. Abaixo as versões ‘mini’ do brigadeiro.
Tem dicas de gostosuras para presentear? Recheie o Braun Café com seus comentários.
Maria Brigadeiro – Rua Capote Valente, 68 – Pinheiros – São Paulo (SP). Tels.: (11) 3085 3687 / 3062 9602 / 3062 9636. Horário: Segunda a sábado das 9h às 19h e Domingo das 11h às 17h.
Quitutes cor-de-rosa – Claudia Pereira (11) 9415-1457. E-mail: quitutes_corderosa@hotmail.com
Guloseimas da Eni: Eni Santos (11) 9918-3188. E-mail: enir_santos@hotmail.com
Minha primeira vez… biscoitos de Natal
dezembro 18, 2010
Por Tatiana Americano*
Sempre fui adepta da comida pronta – de qualidade, lógico! No entanto, depois de alguns dias em casa e com tempo de sobra, decidi me aventurar no ‘faça você mesmo’ na cozinha. Na realidade, a única coisa realmente digna de elogios que eu tinha feito no fogão, até então, era um risoto de camarão. Mas decidi ir além…
O grande impulso para testar meus dotes culinários foi entrar na Bondinho (uma tradicional loja de artigos para fabricar chocolates, bolos e afins que fica na Avenida Pompeia). Depois de me deparar com estantes abarrotadas de formas, chocolates, corantes, essências e muitos apetrechos totalmente desconhecidos decidi que estava na hora de sair da minha zona de conforto e colocar a mão na massa, literalmente. Aproveitando o clima de Natal, tive a inspiração para preparar as famosas bolachinas de Natal em formato de coração.
Após várias buscas no Google, encontrei uma receita que tinha ingredientes conhecidos – sim, pois a maioria das receitas tem um tal de sal de amoníaco que não consigo encontrar em lugar algum – e parecia bem simples. Assim, armada das minhas forminhas em formato de estrela, compradas na Bondinho, e com muita farinha espalhada pela cozinha, fiz os primeiros biscoitos natalinos da minha vida. E, além de super bonitinhos, ficaram deliciosos!!!
Lógico que nem tudo deu certo. Tentei fazer um glacê para colocar em cima do bolo, mas, por algum mistério, virou um creme doce e impossível de engolir… Mas, no geral, o resultado do biscoito foi ótimo.
Para quem quiser se arriscar no biscotinho de Natal, aí vai a receita:
100 gramas de manteiga
3/4 xícara de açúcar
1 ovo
1/2 colher de essência de baunilha
2 xícaras de farinha de trigo peneirada
1 colher (chá) fermento em pó
1/2 colher de sal
Misture bem a massa, até que ela fique lisinha e enrole em papel filme – se ficar muito mole, acrescente um pouquinho mais de farinha. Leve para a geladeira por 40 minutos. Abra a massa, corte os biscotinhos e deixe em forno médio (180° C) pré-aquecido até que os biscoitinhos fiquem dourados.
*Tatiana Americano é jornalista da área de tecnologia, profissional incrível e amiga de longa data. Agora, a Tati se aventura na cozinha, sem medo, e compartilha uma de suas deliciosas experiências com os leitores do Braun Café. Bon apetit!
Panetone sem frutas para inventar seu sabor natalino
dezembro 12, 2010
Ontem experimentei o primeiro tenro pedaço do Natal: o panetone da Bauducco sem frutas, antes conhecido como Bold’Oro, coberto de açúcar de confeiteiro, com geleia de framboesa. Ao provar a massa extremamente macia, com essência suave e o sabor mais azedinho da framboesa, tudo o que eu conseguia comentar era ‘hummm…’.
O panetone sem frutas já virou tradição em casa, mas o verdadeiro sabor do Natal, para mim, começa em dezembro – não em outubro como temos visto ultimamente – ao provar uma fatia de panetone com frutas cristalizadas. Também não recuso invenções ‘panetônicas’ além das gotas de chocolate (trufas, leite condensado, goiabada, prestígio, light, doce-de-leite e até salgado), mas adoro a ideia de uma versão tão simples, que você mesmo pode inventar.
Geleias, nutella, frutas secas picadinhas, nozes, calda de frutas vermelhas e sorvete de creme vão muito bem com o ‘panetone zerado’, que já foi tema de outros ‘toasts’ aqui no Braun Café.
A embalagem inclui um saquinho de açúcar de confeiteiro com essência de baunilha. Basta despejar o açúcar no saco plástico que embrulha o panetone, chacoalhar e a cobertura padrão está pronta.
O produto não é muito fácil de encontrar e nem sequer é exibido no site da Bauducco, mas encontrei ofertas do panetone sem frutas na web. Este ano, o Dexter achou um exemplar no Supermercado Yayá, no Paraíso, mas acho que outras pessoas também gostaram da ideia e neste domingo o panetone estava ‘zerado’. Espero que a Bauducco melhore a distribuição.
Certamente vou garantir meu pedaço com frutas cristalizadas, mas achei legal dar esta dica a quem deseja criar seu próprio sabor natalino. Feliz panetone de Natal!!!
Comer, beber, amar, blogar
julho 31, 2010
Junte uma porção de pessoas que apreciam a boa mesa, se aventuram em fogo alto e adoram compartilhar suas pitadas gastronômicas. Acrescente harmonizações com boas bebidas e bate-papos a gosto. Esta aí a receita do #RangoCamp, evento que reuniu blogueiros de gastronomia no final de junho, em São Paulo, do qual tive a alegria de participar.
No convescote muito bem organizado por @juliareis, @rainhasdolar, @cozinhamatilde e @cozinhapequena, os participantes eram convidados a levar um quitute ou preparar uma receita na Cozinha da Matilde. A linda casa da chef Letícia dedicada a eventos, jantares e aulas de culinária, na Vila Madalena, tem um quintal tão gostoso que fez o tempo parar naquele domingo ensolarado.
Confesso que fiquei bem indecisa quanto à receita, até que recebi uma luz: “Por que você não faz o Braun Café?”, disse a Rê Mesquita lembrando da receita de brigadeiro de colher com café solúvel criada por ela e Henrique em homenagem ao blog.
Lá fui eu me meter na cozinha com a minha irmã, Fabi, muito interessada na receita que você encontra logo abaixo. Para o evento, fiz uma apresentação em copinhos descartáveis de plástico com três versões de cobertura, para fazer um laboratório: bolinhas crocantes de chocolate, farofas de castanha de caju e de pistache.
A apresentação ficou ótima e a história da receita trouxe algumas lições interessantes. Para começar, deu um trabalhão colocar o brigadeiro esfriando nos copinhos. Uma boa opção é ter o saquinho para confeitar. Sem este utensílio, tive de limpar cuidadosamente as beiradas de cada copinho, o que me vez quebrar o plástico de dois deles, exigindo a ‘migração’ para outro recipiente. Por isso, cozinhar exige muito amor e carinho.
A segunda lição foi que o bom improviso na cozinha vem com a experiência. E aí entra em cena Marisa, minha mãe, acrescentando creme de leite ao Braun Café. Na verdade, sobrou espaço na bandeja dos brigadeiros, tínhamos somente mais um pouco de leite condensado e então Marisa deu a ideia. Relutei um pouco, mas o resultado ficou bacana, com sabor mais suave do que o original. O trabalho para colocar nos copinhos, entretanto, foi o mesmo.
A terceira e última lição é que nem sempre o brigadeiro fica para a sobremesa. No RangoCamp, participei de uma degustação com as saborosas cervejas Bamberg, fabricadas artesanalmente em Votorantim (SP). Entre as harmonizações recomendadas pelo especialista Edu Passarelli, sócio do bar Melograno, estavam doces a base de café. E aí o Braun Café entrou na roda, com cerveja – acredito que tenha sido para a Bamberg Schwarzbier.
O evento ainda contou com degustações às cegas e de cachaças Fulô (não cheguei a participar, mas ganhei uma Nêga Fulô de presente no sorteio. Oba!), além de inúmeras delícias.
Entre as receitas que provei estavam escabeche de sardinha em polenta italiana grelhada, pernil derretendo com tomates assados, guacamole feita na hora, carnes e legumes grelhados à moda japonesa, ou yaki nikku (o ‘churrasco com hashi’).
Para sair de lá com gostinho de quero mais, ainda provei a Francesinha, cachaça curtida com favas de baunilha, perigosamente saborosa. Veja mais fotos no Flickr do Braun Café e na página do evento.
Outros destaques foram uma delicada massa com molho de alho poró e um toque de peixe defumado, parecido com haddock, o inusitado e delicioso petit gateau de pequi (o ‘pequi gateau’), brownie com chocolate branco e um bolo confeitado com o tema do #RangoCamp.
Depois de trocar ideias com pessoas tão bacanas, que amam a gastronomia como profissão ou como ‘Lado B’ da vida, e de sentir nas mãos o ‘peso’ (na realidade, a ‘leveza’) de uma faca Global, que o chef Anthony Bourdain recomenda, saí de fininho, contente por ter participado deste delicioso universo, já na espera pelo próximo #RangoCamp.
Ah sim. A receita do Brigadeiro Braun Café segue abaixo. Na hora de ir embora vi minha bandeja vazia. Sinal de que deu certo. Pode tentar fazer em casa:
‘Brigadeiro Braun Café’
– 1 lata de leite condensado
– 2 sachês de café solúvel (uso o Nescafé Tradição Stick)
– 2 colheres de sopa rasas de chocolate em pó (Dois Frades ou Cacau em pó Mavalério – dica da @adrianaaranha)
– 1 colher de copa de manteiga sem sal
Opções de cobertura: Color Bolinhas Decor Festa , farofa de pistache ou de castanha de caju sem sal (meia xícara da castanha descascada e batida no processador)
Preparo
– Adicionar o leite condensado na panela em fogo baixo, acrescentar a manteiga, os sachês de café solúvel e dissolver. Na sequência acrescentar o chocolate em pó peneirado na hora e mexer continuamente até chegar ‘ao ponto de colher’. Acrescentar o brigadeiro aos potinhos ainda quente e cobrir com as bolinhas ou a farofa de castanha de sua preferência.
Junte uma porção de pessoas que apreciam a boa mesa, se aventuram em fogo alto e adoram compartilhar suas pitadas gastronômicas. Acrescente harmonizações com boas bebidas e bate-papos a gosto. Esta aí a receita do RangoCamp, evento que reuniu blogueiros de gastronomia no final de junho, em São Paulo, do qual tive a alegria de participar.
No convescote muito bem organizado por @juliareis, @rainhasdolar, @cozinhamatilde e @cozinhapequena, os participantes eram convidados a levar um quitute ou preparar uma receita na Cozinha da Matilde. A linda casa da chef Letícia dedicada a eventos, jantares e aulas de culinária, na Vila Madalena, tem um quintal tão gostoso que fez o tempo parar naquele domingo ensolarado.
Confesso que fiquei bem indecisa quanto à receita, até que recebi uma luz: “Por que você não faz o Braun Café?”, disse a Rê Mesquita lembrando da receita de brigadeiro de colher com café solúvel criada por ela e Henrique e batizada em homenagem ao blog.
Lá fui eu me meter na cozinha com a minha irmã, interessada na receita, que você encontra logo abaixo. Para o evento, fiz uma apresentação em copinhos descartáveis de plástico com três versões de cobertura, para fazer um laboratório: bolinhas crocantes de chocolate, farofas de castanha de caju e de pistache.
A apresentação ficou ótima e a história da receita trouxe algumas lições interessantes. Para começar, deu um trabalhão colocar o brigadeiro esfriando nos copinhos. Uma boa opção é ter o saquinho para confeitar. Sem este utensílio, tive de limpar cuidadosamente as beiradas de cada copinho, o que me vez quebrar o plástico de dois deles, exigindo a ‘migração’ para outro recipiente. Por isso, cozinhar exige muito amor e carinho.
A segunda lição foi que o bom improviso na cozinha vem com a experiência. E aí entra em cena Marisa, minha mãe, acrescentando creme de leite ao Braun Café. Na verdade, sobrou espaço na bandeja dos brigadeiros, tínhamos somente mais um pouco de leite condesado e então Marisa deu a ideia. Relutei um pouco, mas o resultado ficou bacana, com sabor mais suave do que o original. O trabalho para colocar nos copinhos, entretanto, foi o mesmo.
A terceira e última lição é que nem sempre o brigadeiro fica para a sobremesa. No RangoCamp, participei de uma degustação com as saborosas cervejas Bamberg, fabricadas artesanalmente em Votorantim (SP). Entre as harmonizações recomendadas pelo especialista Edu Passarelli, sócio do bar Melograno, estavam doces a base de café. E aí o Braun Café entrou na roda, com cerveja – acredito que tenha sido para a Bamberg Schwarzbier.
O evento ainda contou com degustações às cegas e de cachaças Fulô (não cheguei a participar, mas ganhei uma Nêga Fulô de presente no sorteio. Oba!), além de inúmeras delícias.
Entre as receitas que provei estavam escabeche de sardinha em potenta grelhada, pernil derretendo com tomates assados, guacamole feita na hora, carnes e legumes grelhados à moda japonesa, ou yaki nikku, o ‘churrasco com hashi’), delicada massa com molho de alho poró e um peixe bem defumado, parecido com haddock, o inusitado e delicioso petit gateau de pequi (o ‘pequi gateau’), brownie com chocolate branco e um bolo confeitado com o tema do Rango Camp.
Para sair de lá com gostinho de quero mais, ainda provei a Francesinha, cachaça curtida com favas de baunilha, perigosamente saborosa. Veja mais fotos no Flickr do Braun Café.
Depois de trocar ideias com pessoas tão bacanas, que amam a gastronomia como profissão ou como ‘Lado B’ da vida, e de sentir nas mãos o ‘peso’ (na realidade, a ‘leveza’) de uma faca Global, que o chef Anthony Bourdain recomenda, saí de fininho, contente por ter participado deste delicioso universo, já na expectativa pelo próximo RangoCamp.
Ah sim. A receita do Brigadeiro Braun Café segue abaixo. No final da festa, fui pegar minha bandeja e estava vazia. Sinal que deu certo. Pode tentar fazer em casa:
‘Brigadeiro Braun Café’
– 1 lata de leite condensado
– 2 sachês de café solúvel (uso o Nescafé Tradição Stick)
– 2 colheres de sopa rasas de chocolate em pó (Dois Frades ou Cacau em pó Malavério – dica da @adrianaaranha)
– 1 colher de copa de manteiga sem sal
Opções de cobertura: Color Bolinhas Decor Festa , farofa de pistache ou de castanha de cajú sem sal (meia xícara da castanha descascada e batida no processador)
Preparo
– Adicionar o leite condensado na panela em fogo baixo, acrescentar a manteiga, os sachês de café solúvel e dissolver. Na sequência acrescentar o chocolate em pó peneirado na hora e mexer continuamente até chegar ‘ao ponto de colher’. Acrescentar o brigadeiro aos potinhos ainda quente e cobrir com as bolinhas ou a farofa de castanha de sua preferência.
Quem não gosta de suco, bom sujeito não é
fevereiro 16, 2010
Ficou um bagaço depois do carnaval? Nesse calor, o negócio é partir para um suco natural potente e uma boa salada ou um sanduíche-íche natural.
Suco ‘anti-inchaço’, ‘anti-TPM’, ‘desintoxicante’, ‘pele firme’ e ‘pós-malhação’ estão entre as opções turbinadas da rede Suco Bagaço. Eles também oferecem frapês e opções com leite condensado para quem não se preocupa com esses papos de calorias.
Estive na loja dos Jardins (Haddock Lobo quase na esquina com a Oscar Freire) e provei o ‘suco anticelulite’ (abacaxi, hortelã, couve e água de coco). A celulite continua por aqui, mas o suco estava uma delícia. O preço (R$ 9,50 sem ‘chorinho’) não é muito gostoso, mas simpatizei com a proposta saudável do lugar.
Depois da dose de saúde você ainda pode fazer uma caminhada pelo bairro e conhecer as vaquinhas estilosas da Cow Parade, que vai até 21 de março, em São Paulo. Pena que a vaquinha “Um Café depois do Almoço” foi tomar um café e não estava em frente à loja da Nespresso, na Bela Cintra com a Oscar Freire.
Fiquei tentada com as saladas montadas na hora a escolha do freguês (R$ 15,90). A casa ainda tem uma promoção para atrair a clientela no café da manhã: até 11h30, quem compra um suco leva outro do mesmo sabor. “Quero mais… saúde…” já dizia Rita Lee.
Suco Bagaço – Rua Haddock Lobo, 1483 (quase esquina com a Rua Oscar Freire) e mais 34 lojas – Grande São Paulo e interior de SP, Volta Redonda (RJ), Cascavel e Londrina (PR).




























