Café de respeito

janeiro 19, 2019

img_1040Para você que não vive sem tomar um cafezinho depois do almoço, mesmo nesse calor escaldante, minha dica é fazer uma parada no True Coffee, no Brooklin, e tomar um cold brew da casa, bem gelado e refrescante.

A True Coffee Inc. é pioneira na produção de cold brew coffee aqui no Brasil e a produção própria já rola há alguns anos, bem antes de abrirem o simpático café na Rua Quintana, quase esquina com a Berrini. O café extraído pacientemente a frio, por 18 horas, é vendido em garrafinhas no estilo cerveja em versões Clássico, Vanilla e Nitro.
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Provei outro dia o clássico e achei bem interessante. É café mas de outro jeito, sabe? A bebida é sem açúcar e achei legal assim – e olha que adoro adoçar o café. A dica do barista do True é tomar o cold brew coffee com água tônica e bastante gelo. Ainda vou testar o “Coffee Tônica”.

Prove também os cafés especiais vendidos na loja, em grãos ou moídos na hora. Só o aroma já é outra vida. Os caras pinçaram produtores de respeito de Minas Gerais, Espírito Santo e interior de são Paulo, que dão um show.
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Gostei muito do mineiro Tamanduá (R$ 31) e do capixaba QG 741° (R$ 25). Os preços dos pacotes de 250 gramas ficam entre R$ 25 e R$ 38. Já aviso que esses produtos viciam e vai ser difícil voltar aos cafés mais populares depois.

Também vai ser difícil ficar só nos cafés diante das guloseimas oferecidas no balcão, incluindo brigadeiro de chocolate amargo e um brownie ao qual não pude resistir. Recomendo que você leve um desses para a sua alegria de fim de tarde.
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Aproveitando o tema, caso você tenha que passar por um sofrimento de ficar sem cafeína – enfrentei esse desafio no fim do ano passado – recomendo o descafeinado da Três Corações (embalagem branca com detalhes em azul). Sei que é difícil acreditar, mas o sabor é gostoso considerando os cafés mais populares. Dá pra sobreviver.

A True Coffee só tem as versões com cafeína mesmo. Eles também vendem online caso você não esteja na área. Além de tomar café, para quem se empolgar, lá eles também dão curso de barista.
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É sempre um prazer fazer uma pausa para escrever aqui no Braun Café. Comente, compartilhe e continue acompanhando novas dicas. muito em breve, por aqui :-).

True Coffee
Rua Quintana, 741 – Brooklin
São Paulo – SP
Tel.: (11) 94548-4955

Comida popular japonesa

janeiro 27, 2019

img_1792Comidinhas muito encontradas nas ruas do Japão, o takoyaki, um bolinho cremoso recheado de polvo, e okonomiyaki, uma espécie de panqueca com repolho e recheios, são as especialidades do Yu Yatai. O pequeno e simpático restaurante começou circulando seu food truck (yatai) pela cidade e depois abriu seu espaço pertinho do metrô Praça da Árvore. A dica veio do amigo Edgar, que nos levou para conhecer esses quitutes da culinária popular japonesa.
img_1791A porção de bolinhos vem pelando em uma chapa quente. Por cima, um toque de maionese, molho especial – sim, é isso mesmo – e katsuobushi, raspas ‘dançantes’ de peixe seco, que ficam se movimentando com o vapor da comida. Para acompanhar, você pode pedir uma cerveja japonesa Orion, feita em Okinawa (R$ 19,80) ou uma das criações artesanais da Japas Cervejaria, com jasmin ou wasabi (R$ 17,90 cada).
img_1787Fora o takoyaki original, a casa serve versões com recheios de shimeji, camarão ou queijo. A chapa com dez unidades custa R$ 26. Gostei do takoyaki, mas o que conquistou a turma na mesa foi o okonomiyaki. Essa espécie de panqueca japonesa vem recheada de repolho, cebolinha gengibre e fatias de bacon (hummm…). Esse é o básico e aí você escolhe os recheios especiais.
img_1793Provamos as panquecas com carne de porco desfiada (R$ 24) e vegetariana (R$ 24) recheada de abóbora kabocha. Ambas vem servidas com molho, maionese e um toque artístico estilo ‘cappuccino de barista’. A versão com carne de porco também leva as raspinhas de peixe dançantes por cima. Muito gostosa.
milanesaO lugar é uma boa pedida tanto para dividir porções com os amigos como para jantar já que o cardápio oferece uma boa variedade de pratos completos, no estilo teishoku. Pedimos o saboroso e bem servido Tonkatsu Teishoku com milanesa de porco, gohan, missoshiru e raiz de bardana temperadinha (R$ 25,50).
karaagueVocê também pode pedir uma entrada e um teishoku, se preferir. Entre as opções para abrir o apetite estão porções de guiosa, shimeji na manteiga, kimchi (conserva de acelga picante que vai bem com carnes ou sozinha mesmo) entre outras. Pedimos o frango frito crocante, o karaage (R$ 18), mas achamos crocante demais. Geralmente esse estilo tem uma crosta mais fininha.

Valeu muito a pena conhecer Yu Yatai. Saímos de lá bem satisfeitos e felizes em explorar outros sabores da culinária japonesa. O restaurante também tem delivery e o yatai continua circulando por aí. Vale dar uma olhada na agenda do food truck no site.

Yu Yatai
Rua das Rosas, 52 – Miradópolis (Metrô praça da Árvore)
Tel.: (11) 5587-4530
São Paulo – SP

Almoço à grega

fevereiro 18, 2018

Kouzina: comida grega nos Jardins com preços amigáveis.

Tá calor? Vá de culinária mediterrânea. Minha dica no modo verão é almoçar no Kouzina, um simpático restaurante grego na esquina da Rua Peixoto Gomide com a Alameda  Lorena, nos Jardins. O ambiente todo pintado de branco imita as casinhas de Plaka, um pitoresco bairro de Atenas. Apesar do nome, no Kouzina você não precisa fazer o prato na cozinha, como no tradicional Acrópolis, no Bom Retiro. Mas se for almoçar mais tarde, no fim de semana, prepare-se para uma certa fila de espera.

A colorida salada grega cheia de frescor e sabores (R$ 30).

Para entrar no clima, você pode começar com uma salada grega. A combinação colorida e saborosa traz pimentão amarelo, pepinos, cebola roxa, tomatinhos, queijo feta e azeitonas gregas (R$ 30). Como não amar?

Tzatziki (iogurte com pepino) e pão pita quentinho.

Outra boa pedida é o Tzatziki – o nome é complexo, mas a mistura de iogurte com pepino é simples e perfeita (R$ 15). Vai bem com o pão pita, que vem quentinho da chapa (R$ 8 cada) e uma taça de vinho rosé (R$ 29).

Prato do dia: Spaghetti com lulas à provençal (R$ 36). Não deixe de perguntar.

Vale perguntar qual é o prato do dia. No sábado em que estive lá, o spaghetti com lulas à provençal e um toque de vinho branco (R$ 36) estava ótimo. A berinjela tostada com tomate em cubinhos e alho por cima (R$ 24 ) também valeu a pena. Nas próximas visitas ainda quero explorar outras especialidades, incluindo a clássica moussaka.

Café grego (R$ 9) para quem aprecia a bebida sem ser coada.

Na hora do café, recomendo que você opte pelo expresso normal. O café dos gregos (R$ 9) vem com o pó de presente. É servido sem coar mesmo. O ritual é bacana, a foto ficou bonita, mas essa foi minha segunda tentativa de tomar café grego e não rolou.

Kouzina
Rua Peixoto Gomide, 1.710 – Jardins, São Paulo – SP
Tel.: (11) 2935-0888
https://pt-br.facebook.com/Kouzinamyk/

Piadina de bom gosto

maio 28, 2017

Piadina de rosbife com cebolas caramelizadas do Via Emilia, em Pinheiros.

Encontrei um lugarzinho legal para comer piadinha, em Pinheiros. O Via Emilia, pertinho da estação Fradique Coutinho, oferece diversas opções de recheio para o lanche de massa fina e crocante feito na hora, com bons preços.

Ao chegar na piadineria, uma lambreta embaixo do piso de vidro já te transporta para a Itália. Entre as opções de entrada você encontra clássicos como os bolinhos arancini, bruschettas e porções de frios.

Se quiser ir direto ao ponto, a piadina é bem servida e acompanha salada verde ou chips de raízes (mandioquinha, batata doce etc.). Como adoro a piadina de rosbife da Piadina Romagnola, resolvi fazer uma comparação. A versão do Via Emilia leva cebolas caramelizadas, que dão um toque adocicado ao lanche, e folhas de rúcula frescas. Bem saboroso.

Café gostoso no estilo italiano após o almoço.

O cardápio tem mais de 20 opções de piadinas, que levam os nomes de cidades da Emilia-Romagna, de onde vem a receita. Os recheios vão do presunto de parma a versões abrasileiradas com linguiça ou costela. Também há opções para os vegetarianos e versões doces, mas não sou muita chegada. Os preços ficam entre R$ 28 e R$ 32.

A piadina é tradicional da cozinha romagnola, da região da Emilia-Romagna. Por lá, o lanche não custa mais do que 5 euros – ótima opção para os turistas também. Dizem que a receita veio dos romanos, inspirados nos povos do Oriente Médio. Por isso, se um recheio de rosbife com queijo e tomate trouxer um beirute à memória, não deve ser coincidência. Mas o importante é que piadina é uma delícia e vai te fazer sorrir.

Via Emilia
Rua dos Pinheiros, 537
Tel.: (11) 3062-2437
http://www.viaemiliapiadineria.com/

Cafés, quitutes e bikes

março 5, 2017

King Of The Fork, em Pinheiros, tem ótimos cafés e doces.

King Of The Fork, em Pinheiros, tem ótimos cafés e doces.

Vamos fazer as honras ao nome deste blog e dar uma dica de café. O King of the Fork (Kof), em Pinheiros, é um bom lugar para abastecer seus desejos de cafeína e açúcar.

Experimentei um café de torra especial Serra do Caparaó, do Espírito Santo, passado na Aeropress (R$ 10). O método dessa cafeteira deixa a bebida mais encorpada e bem saborosa. Foi uma ótima companhia para a generosa fatia de bolo caseiro de maçã.

Bolo de maçã e café do Espírito Santo na Aeropress

Bolo de maçã e café Serra do Caparaó (ES) feito na Aeropress

Os combos do cardápio também são interessantes. O Keirin (R$ 23) inclui café com leite gelado, duas torradas fofinhas de pão caseiro com linhaça e manteiga, além de um tentador cookie de baunilha com muito chocolate.

Combo Keirin com pão de linhaça torrado, latte gelado e cookie (R$ 23).

Combo Keirin com pão de linhaça torrado, latte gelado e cookie (R$ 23).

Gostei tanto do ‘Kof’ que pedi mais um, desta vez coado, com o grão Alta Mogiana, do interior de SP. Saboroso, mas o primeiro fez mais meu gênero e adorei o resultado da cafeteira.

Local tem estacionamento para bikes.

Local tem estacionamento para bikes.

O local é todo preparado para quem anda de bicicleta. O nome é uma referência à expressão “King of The Mountain”, um prêmio para ciclistas na subida (uia…). Além de coadores e cafeteiras, a casa vende acessórios para bike e tem estacionamento próprio para elas.

King of the Fork
Rua Artur de Azevedo, 1317 – Pinnheiros, São Paulo – SP
Tel.: (11) 2533-9391

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Sede da vinícola Le Marchesine, produtora de Franciacorta, em Brescia, no Norte da Itália.

Os franceses têm Champagne e os italianos têm Franciacorta. O Braun Café resgata aqui a memória de um dia inesquecível na região da Lombardia, no Norte da Itália, onde esse precioso espumante é produzido.

A matriarca da família Baetta, dona Giuliana brinda com um dos champagnes à italiana produzidos na vinícola da família.

A matriarca da família Biatta, dona Giuliana brinda com um dos rótulos de Franciacorta produzidos na vinícola da família.

Em um dia ensolarado de novembro de 2014, lá estava eu pegando 35 minutos de trem de Verona para a província de Brescia, ansiosa para experimentar o famoso Franciacorta, na vinícola Le Marchesine, uma das cinco maiores da região. Quem me falou do vinho foi a querida Fabíola, que me passou o contato do Giuseppe, representante da vinícola por aqui. (Sim! Tem Franciacorta no Brasil. Veja abaixo algumas dicas de locais e preços).*

Um dos rótulos da Le Marchesine. (Foto: Instagram @lemarchesine)

Um dos rótulos da Le Marchesine. (Foto: Instagram @lemarchesine)

Dona Giuliana Biatta e sua família nos receberam carinhosamente na propriedade, que é da família desde 1985, para conhecermos a produção do Franciacorta. O espumante feito com uvas chardonnay, pinot branc e um toque de pinot noir, tem um tempo médio de 18 meses de fermentação em garrafa.

Franciacorta oi inspirado em uma visita à região de Champagne, nos anos 60.

Franciacorta surgiu após uma visita à província de Champagne, nos anos 60.

Os italianos evitam comparações com Champagne, embora a inspiração tenha vindo de lá. Em meados da década de 60, um jovem meio rebelde chamado Mauricio Zanella, foi encaminhado pelo pai, um produtor de vinhos da Brescia, para estudar na França e entrar na linha. Foi lá que o jovem

O deslumbrante Lago de Iseo é uma das atrações turísticas de Brescia.

O deslumbrante Lago de Iseo é uma das atrações turísticas de Brescia.

resolveu fazer uma visita à região de Champagne, se apaixonou e voltou pra casa com uma ideia na cabeça, que se transformou em um dos orgulhos da Itália.

O espumante também tem sua taça, diferente da flûte, criada especificamente para ele. A bebida é suave e vibrante, com delicadas ‘bolhinhas’ e um leve aroma de fermento… de alegria… de Franciacorta.

Almoço no Ristorante Il Paiolo, em Iseo. Embutidos artesanais e aspargos à milanesa.

Ristorante Il Paiolo, em Iseo, serve deliciosos aspargos à milanesa.

Após a visita à vinícola, fomos almoçar no Ristorante Il Paiolo na pequenina cidade de Iseo, onde também é servido o Franciacorta da família. Fico emocionada de lembrar dos embutidos e dos aspargos à milanesa desse lugar.

Piazza del Porto é um dos vilarejos ao redor do Lago de Iseo.

Piazza del Porto é um dos vilarejos ao redor do Lago de Iseo.

Iseo é uma das pequenas cidades que circundam o deslumbrante Lago de Iseo, atração turística de Brescia. O lado, que faz divisa entre a Depois do almoço, demos uma volta de carro por todo o lago, parando em alguns pontos para admirar as paisagens dos vilarejos, das montanhas e do pôr do sol de um dia inesquecível. Um brinde aos momentos felizes e inesquecíveis que virão. Feliz 2017!

Onde encontrar:
Os preços do Franciacorta podem variar bastante por fatores como tempo de fermentação em garrafa, safra e tradição da vinícola. Todos têm a Demoninação de Origem Controlada e Garantida (DOCG). Alguns exemplos que encontrei:
Villa Crespia Franciacorta (R$ 108 na Gran Cru)
Le Marchesine Franciacorta Brut (US$ 43 dólares no Duty Free)
Monte Rossa (R$ 180 e R$ 270 no supermercado Saint Marche)
Bellavista Alma Cuvée (R$ 345 na World Wine)
Cuvée Prestige Ca´Del Bosco (R$ 329 na Mistral)

Entrada do Mercado Agrícola de Montevideo, ótimo lugar para passear e descobrir os sabores locais.

Entrada do Mercado Agrícola de Montevidéu, reformado em 2013.

Montevidéu é um destino bem bacana e acessível para passar uma semana de ‘mini férias’ ou um feriado prolongado, por exemplo. Aqui vão algumas dicas de sabores que o Braun Café resgatou de uma deliciosa viagem em outubro de 2013.

A parrilha da Estación Del Puerto, no tradicional Mercado del Puerto.

A parrilha da Estación Del Puerto, no tradicional Mercado del Puerto.

O primeiro sabor da minha memória de Montevidéu é a carne uruguaia, de excelente qualidade e bom preço. No clássico Mercado del Puerto, paramos no balcão da Estación del Puerto para admirar o trabalho do churrasqueiro e já nos acomodamos no balcão. Para beliscar, pedimos uma saborosa linguiça, com pãozinho e cerveja local (Zillertal, se não me engano).

Para duas pessoas, uma opção é o contra-filé com fritas do Estación Del Puerto. Para três, a parrilla vale a pena.

Para duas pessoas, uma opção é o contra-filé com fritas do Estación Del Puerto. Para três, a parrilla vale a pena.

A parrilla clássica, com mix de carnes, pimentões, cebola e batatas na brasa, serve bem três pessoas por um valor equivalente a R$ 90. Como estávamos em dupla, pedimos um suculento contra-filé com fritas e salada, que estava muito bom (as fritas não estavam crocantes. Talvez seja mais negócio pedir a batata assada na brasa).

Banca do Mercado Agrícola de Montevideo. fazendo arte.

Banca do Mercado Agrícola de Montevideo. fazendo arte.

Não deixe de explorar o histórico Mercado Agrícola, que foi todo reformado em 2013 . Você pode ir antes do almoço, ver as bancas de legumes e frutas arrumados em forma de borboleta, as lojas de produtos locais e os empórios com vinhos, doces de leite e suas variações (recomendo a Lapataia).

Interior do Mercado Agrícola, reformado em 2013.

Interior do Mercado Agrícola, reformado em 2013.

Na área de alimentação dá pra fazer uma degustação de cervejas artesanais na Choperia Mastra.

Tour com degustação na vinícola Bouzas, a dez minutos da cidade.

Tour com degustação na vinícola Bouzas, a dez minutos da cidade.

Minha dica mais preciosa é a visita com degustação à Bouza Bodega Boutique, que fica a dez minutos da cidade. Foi o passeio mais legal da viagem.

Coleção de carros e motos antigos da família Bouzas.

Tour passa por uma surpreendente coleção de carros e motos antigos.

A Bouza se denomina uma ‘vinícola boutique’ pela produção em menor escala e pela qualidade. Além de conhecer os vinhedos e a adega, o tour da Bouza ainda passa por uma coleção histórica de carros e motos antigos. No restaurante da vinícola fizemos a degustação de cinco tipos de vinho com pães artesanais, queijos e frios produzidos localmente (sensacional).

O memorável Cocó, em destaque na degustação da vinícola boutique.

Degustação de vinhos com pães, queijos e embutidos feitos no local. 

O mais marcante foi o vinho branco Cocó (em homenagem ao apelido da matriarca da família), feito com uma combinação perfeita de uvas (60% alvarinho e 40% chardonnay). Já alegre com a degustação, você pode comprar o Cocó e outros rótulos da Bouza na lojinha ao lado do restaurante, em pesos uruguaios, e trazer pra casa um sabor memorável das terras uruguaias. Salud!

Bouza Bodega Boutique
Cno. de la Redención, 7658 bis
Tels.: (598) 2323 7491 / 2323 3872
Restaurante: (598) 2323 4030
Montevideo – Uruguay
bouza@bodegabouza.com
visitas@bodegabouza.com
http://www.bodegabouza.com/

Mercado Agrícola
José L. Terra, 2220
Montevideo – Uruguai
https://www.facebook.com/mercadoagricolamontevideo/

Mercado Del Puerto
Rambla 25 de Agosto de 1825 228, 11000
Montevideo – Uruguai
http://mercadodelpuerto.com.uy/

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