A ancestral da pizza

março 15, 2019

Já ouviu falar em Pinsa Romana? Então guarde esse nome porque é bem provável que essa ancestral da pizza vire febre no Brasil. O motivo? A massa é mais leve, de fácil digestão e tem menos glúten, além de ser uma delícia.

O segredo dessa receita conhecida desde os tempos mais primórdios – citada na Roma antiga pelo poeta Virgílio – é sua massa preparada com 3 diferentes tipos de farinha (arroz, soja e trigo ou então milho, soja e trigo, dependendo da receita), mais água do que a da pizza e em temperatura fria, e mais tempo de fermentação natural (até 72 horas).

Só fui conhecer a pinsa na Itália, e nem foi em Roma. Na verdade estava visitando Diamante, uma linda cidadezinha na região da Calábria, às margens do Mediterrâneo, e fiquei curiosa pra saber o que significava a palavra “pinseria” na fachada de um restaurante. Ao ouvir a explicação da simpática atendente do Ciro’s, il lattaio não pensei duas vezes.

A pinsa, como diz o nome, tem um formato esticado ou oval. Ela é assada em um forno especial entre 350 e 400 graus, enquanto a pizza é geralmente feita em forno à lenha. O cardápio da pinseria tinha uma boa variedade de sabores praticamente iguais ao de uma pizzaria (veja aqui o menu da Ciro’s). A espera foi acompanhada por uma bruschetta de tomatinhos como gentileza da casa.

Na terra da calabresa, recomendo o clássico local com finas fatias de schiacciata picante – um tipo de salame de formato achatado -, azeitonas pretas da região, de sabor potente, e o suave queijo Fior di latte, que os italianos usam nas legítimas margheritas. Sensacional.

Já a Capricciosa – com alcachofras, cogumelos, presunto, azeitonas e o queijo maravilha Fior di latte – estava bem saborosa, mas a calabresa, com o contraste do salame picante, foi imbatível.

Interessante sentir o sabor da massa bem crocante e com um leve toque de milho no final. Se eu provar uma versão com a farinha de arroz por aqui prometo atualizar o post.

O tamanho da pinsa do Ciro’s impressionou. Mesmo com a massa leve e a fome considerável ainda levei uma quentinha pra casa. Legal é que também não pesou no bolso. A conta, com duas pinsas gigantes, uma Coca-Cola e uma taça de vinho, saiu por 23 euros. 🙂

Ciro’s il lattaio – Pinseria
Via Vittorio Emanuela, 135
Diamante, Cosenza (CS) – Itália
https://www.facebook.com/Cirosillattaio/

Slow Burger Food

fevereiro 17, 2019

Sorriso, com queijo taleggio e maionese da casa, é uma das opções do cardápio rotativo do chef Max Galise, que segue os princípios Slow Food em seu restaurante no Paraíso

Hambúrguer gourmet e cerveja artesanal é uma combinação que se multiplicou rapidamente pela cidade de São Paulo entre food trucks e estabelecimentos. O Galise Burger, aberto há pouco mais de um ano, no Paraíso, seria mais um só que sua proposta é trazer o hambúrguer – símbolo supremo da cultura fast food – para os princípios do slow food.

A ideia de vender “slow burger food” é de Max Galise, o simpático chef italiano e proprietário, que nasceu no povoado de Saluzzo, a 20 quilômetros de Bra, capital mundial do movimento Slow Food. O legal é que eu, andando pelo Paraíso em uma quinta-feira à noite em busca de um lugarzinho para jantar, não tinha a menor ideia dessa história até entrar para conhecer o restaurante e abrir o cardápio.

“Nada aqui é pré-cozido. Nada é de ontem. Tudo é fresco, preparado na hora, com carinho e amor, ingredientes fundamentais no preparo de uma boa comida”, diz a primeira página do menu, que começa com um trecho do statuto Slow Food. Bom… quase chorei de emoção. Veio aquela memória gostosa da charmosa cidadezinha no Norte da Itália onde provei o “ravioli plin”, uma das melhores massas da vida.

O Galise também é uma saborosa surpresa. Do cardápio rotativo provei o Sorriso (R$ 36), que é garantia de felicidade. O burguer de 160 gramas leva queijo taleggio Serra das Antas, alface, cebola roxa, tomate, maionese da casa e pão brioche da Academia do Pão, padaria artesanal que fica ali pertinho. Dá água na boca só de lembrar do suculento hambúrguer que eu comi comas mãos mesmo. O suco da carne ao ponto vai amolecendo a parte de baixo do brioche então fiz lambança, mas valeu a pena. Eles oferecem talheres para quem preferir ser mais fino, ou slow. Ah! Vale lembrar que o serviço é atencioso e não é lento :-).

Outra boa pedida foi o Luana (R$ 37), uma versão mais potente com queijo cheddar, radicchio, cebola, tomate, bacon e picles de pepino no pão brioche. A porção de fritas é igualmente bem servida então peça meia para 2 ou 3 pessoas. Vale provar a batatinha com a redução de balsâmico que decora lindamente o prato do sanduíche.

Para acompanhar escolhi a Belgian Tripel (R$ 28) da cervejaria Cevada Pura, de Piracicaba, que leva açafrão e pimenta rosa. Ótima pedida entre diversos rótulos interessantes que, assim como o cardápio, te convidam a voltar sempre ao Galise per mangiare molto bene.

Galise Burger
Rua Carlos Steinen, 270 – Paraíso, São Paulo – SP
Tel.: (11) 2372-0735

Ravioli de carne o molho de cogumelos na manteiga é uma das opções de almoço rápido do Eataly.

Ravioli de carne com molho de cogumelos é uma das opções de almoço rápido do Eataly. Menu de R$ 45, com suco e sobremesa, muda semanalmente.

O Eataly nasceu na terra do Slow Food, mas sua loja brasileira se adaptou ao ritmo paulistano e começou a oferecer um almoço rápido com preço fixo, durante a semana. O ‘Pranzo Veloce’ inclui pão italiano e azeite, prato principal (varia de acordo com o restaurante), bebida (suco, água ou refrigerante) e sobremesa por R$ 45.

Duas fatias de pão italiano e azeite para esperar o prato veloce, no La Pasta.

Duas fatias de pão italiano e azeite para começar o ‘pranzo veloce’, no La Pasta.

Estive por lá ao meio-dia, em uma tranquila terça-feira de férias, e provei um delicioso ravióli de carne com cogumelos na manteiga no restaurante La pasta, de massas e pizzas. Estava tão bom que merecia uma degustação bem lenta, ‘piano, piano’. Depois fui pegar a simpática sobremesa na pasticceria (tortinha de limão de colher, servida no pote de vidro) e encontrar a caríssima Kay para um café, um papo e uma voltinha.

Depois da torta de limão (inclusa do menu), um bom expresso.

Depois da torta de limão (inclusa do menu), um bom expresso.

As massas e ‘o molho’
Aproveite para dar uma passada rápida no mercado para comprar una vera pasta italiana. ‘My preciouss’ é o Fusilli da Pisani (R$ 12,90 o pacote de meio quilo), que conheci na Itália. Bem macia e consistente, a massa adere superbem ao molho de tomates. Parece que a nonna acabou de fazer (cozinhe com bastante água).

O fusilli da Pisani: parece que uma nonna italiana acabou de fazer. Veja a dica da Kay para o molho de tomates perfeito.

O fusilli da Pisani é a massa preciosa. Parece que uma nonna acabou de fazer na sua casa.

Outra dica para fazer em casa é o ravióli ‘plin’ (pequenino e fechado com um ‘belisco’, na tradição do Piemonte). A área de massas frescas do Eataly tem opções com recheios de carne e de gorgonzola (R$ 9,90 cada 100 gramas). Depois é só cozinhar por 2 minutinhos, fazer um molhinho de manteiga e sálvia e plin.

Os pequeninos e deliciosos raviolis 'plin' com ao molho mágico de tomates e cebola.

Os pequeninos e deliciosos raviolis ‘plin’ ao molho de tomates e cebola. Veja a dica da Kay para fazer um molho al sugo rápido e sem acidez.

Os molhos do Eataly são caros. Melhor fazer em casa. E se for molho de tomates, siga a dica mágica que a Kay postou no Facebook para tirar a acidez do molho de um jeito fácil e sem crimes culinários, como na foto acima.

Pão de azeitona crocante e cheiroso para fazer sucesso em casa.

Depois do almoço rápido, vale levar um pão de azeitona crocante e cheiroso e bombons de pistache para casa.

E já que você está ali mesmo, leve uns bombons de chocolate meio-amargo (fondente) da Venchi. É um pouco caro (100 gramas por R$ 29), mas é uma opção para provar diversos sabores desse chocolate incrível do Piemonte (não deixe de levar o bombom de pistache). Da padaria, o crocante e perfumado pão de azeitona (R$ 8) fez sucesso em casa.

Eataly
Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1489 – Vila Olímpia – São Paulo – SP
(Aberto todos os dias das 8h às 23h)
http://www.eataly.com.br/

La pasta
Segunda-feira a quinta-feira: 11h30 às 15h e 18h30 às 23h
Sexta-feira: 11h30 às 15h e 18h30 às 24h
Sábado: 12h às 24h
Domingo: 12h às 23h
Veja os horários dos outros restaurantes do Eataly: http://www.eataly.com.br/restaurant.html

Pães e frios à italiana

agosto 24, 2014

O surpreendente lombo de porco (lonza) é uma das atrações da loja de frios e pães italianos do Friccò

Lonza (lombo de porco) é uma das atrações da loja de frios e pães italianos do Friccò

Ciabuscolo ou ciavuscolo, uma espécie de pasta de salame tradicionalmente italiana, é uma das especialidades da loja de pães e embutidos do Friccò, na Vila Mariana. Aberto há pouco mais de dois anos, o local anexo ao restaurante oferece produtos feitos exatamente como na Itália. As técnicas foram ensinadas por produtores tradicionais das cidades de Norcia e Gubbio, na Úmbria – terra natal do chef Sauro Scarabotta, que comanda o Friccò há 17 anos – e no Marche, província vizinha da Úmbria e da Toscana.

Vitrine da salumeria e panetteria na Vila Mariana

Vitrine da loja de pães e embutidos anexa ao restaurante, na Vila Mariana

Atrás do balcão de frios, o chef Marcio Kimura explicou em detalhes o que aprendeu com os italianos. A suave mortadela da casa, por exemplo, é feita semanalmente, sem conservantes, e o prosciutto) da casa, segundo ele, “não fica devendo para nenhum [presunto espanhol] Pata Negra”.

Fiquei surpresa também com o lombo de porco (lonza) e sua expressiva capa de gordura. Depois de saborear uma fatia lentamente e sentir o sabor da gordura derretendo na boca, não tive dúvida. Levei meus 100 gramas de lonza cortado bem fininho (R$ 18), 100 gramas ciabúsculo (R$ 10) e um pão italiano tradicional (R$ 10) para celebrar em casa, com um bom tinto. Valeu cada centavo. Perfetto.

O delicioso ciabuscolo no pão italiano macio do Friccò

O delicioso ciabuscolo no pão italiano macio do Friccò

Pão quentinho
Se quiser provar um pão italiano ainda quente, a primeira fornada do Friccò sai por volta de 11h. Além do pão tradicional é possível encontrar o semi-integral (R$ 13) e o recheado (R$ 15). As focaccias variam de R$ 13, nos sabores de sal grosso e alecrim e tomate e orégano, a R$ 15, as especiais.

Panini
O cardápio do restaurante inclui sanduíches tradicionais feitos com os frios e pães da casa como panini de porchetta (barriga de porco), de legumes grelhados e de queijos (R$ 18 cada).

Cursos
O restaurante também oferece cursos de massas, pães e embutidos. Veja o calendário: http://www.fricco.com.br/cursos-e-eventos/agenda/

Friccò
Endereço: Cubatão, 831 – Vila Mariana, São Paulo – SP
Telefone: (11) 5084-0480
Horários: Terça e quarta das 12h às 15h. Quinta e sexta das 12h às 15h e das 19h às 23h. Sábado das 12h às 16h30 e das 19h às 23h. Domingo das 12h às 16h30 (Segunda: fechado).
Cartões: débito

Além do Pastel de Belém

novembro 3, 2013

Pastéis de Natas siando fo forno na Casa Mathilde
Se estiver para os lados do metrôs São Bento ou Sé faça uma pausa para apreciar pelo menos um doce português da Casa Mathilde e/ou levar alguns para viagem.

O local amplo e reformado, com mezinhas no térreo e um belo mezanino,  oferece uma variedade respeitável de quitutes e pães portugueses feitos no local. No fim do longo balcão de tentações, uma vitrine exibe a preparação de iguarias como os clássicos “Pastéis de Nata” – massa folhada assada recheada de gema de ovos e creme de leite. Bonito de se ver e melhor ainda de comer.

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Mas é de nata ou de Belém? A receita é a mesma, mas os portugueses só chamam de Pastel de Belém o quitute feito pela confeitaria Pastéis de Belém,  em Lisboa. “Os outros são pastéis de natas mesmo”, confirmou recentemente ao Braun Café um executivo português recém-chegado do Porto para morar em Curitiba.

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Na Casa Mathilde vale provar outras iguarias além do famoso pastel como o delicioso “Mimos da Pena”, o primo português do quindim, e o “Pastel de São Bento”, recheado de amêndoas com toque de limão. Os preços estão na faixa de R$ 4,80 a unidade e mesmo quem não é chegado a doces com ovos [que pena] encontra opções como o ”salame de chocolate”. Difícil escapar.

Casa Mathilde – Doçaria Tradicional Portuguesa
Praça Antônio Prado, 76 – Sé  – São Paulo (SP)
Tel.: (11) 3106-9605
Segunda a sexta-feira, das 9h às 19:30 e aos sábados das 9h30 às 16h30. Fecha aos domingos e feriados.
https://www.facebook.com/CasaMathilde

Os doces da Dona Tita

julho 14, 2013

As trufas da "Dona Tita"

As trufas da “Dona Tita”

Com dois anos de idade, a pequena Andrea resolveu fazer um ovo frito. Enquanto a mãe lavava o carro, a caçula Tita, única menina de cinco filhos da família Borges, colocou uma cadeira em frente ao fogão e quebrou um ovo, com casca e tudo, na frigideira. Dona Cleuza levou um susto quando encontrou sua filha sapeca olhando curiosa para ver o que ia acontecer ao ovo, com o fogo desligado. Aquele foi o primeiro episódio de uma doce história com a cozinha.

Tita virou a confeiteira da família e dos amigos. Fazia, e ainda faz, bolos, doces e outros quitutes para as celebrações. Depois de muitos elogios e incentivos, aos 33 anos, Andrea Drska, casada com o Moacir e mãe de dois filhos, resolveu arrastar a cadeira de novo para perto do fogão. No fim do ano passado, ela deixou a área comercial de uma grande empresa e decidiu apostar em seu talento criando a “Dona Tita”. Na cozinha de casa, no bairro do Ipiranga, Andrea e sua aliada, a designer Alessandra Tanabe, se dedicam à arte de preparar e decorar docinhos, bolos, trufas, bem casados e outros quitutes para eventos e festas.

O Braun Café teve a grata oportunidade de provar um pouco do talento da Dona Tita. O “review” de trufas, cupcakes e bem casados também contou com a ajuda de colegas de redação, que gentilmente enviaram suas avaliações para este post (veja abaixo).

Cupcake de chocolate com recheio de brigadeiro

Cupcake de chocolate com recheio de brigadeiro

Os quitutes da Tita se destacaram pelo capricho, qualidade, consistência e equilíbrio. Em todas as avaliações, o doce “não muito doce” foi um comentário frequente. Isso mostra a habilidade em saber dosar o açúcar para que uma trufa com recheio de nutella ou um cupcake de chocolate recheado de brigadeiro, por exemplo, não caiam no enjoativo.

A Tita conta que adora fazer bolos e seus cupcakes são realmente adoráveis. O bolinhos de chocolate bem macios, que revelam recheios cremosos de brigadeiro ou de leite condensado, foram aprovados.

O bem casado é um dos motivos de orgulho da confeiteira, com razão. Ao provar o primeiro e delicado pão de ló fofinho unido por uma camada de doce de leite na medida certa, não resisti a experimentar outro, logo na sequência. Sabor de ovo, certamente, passa bem longe do bem casado da Tita. Por pouco não sobrou nenhum para compartilhar. “Muito bem feito”, disse a Laura Naime, que é uma fã exigente deste tipo de doce.

Delicado e macio, o bem casado é um dos orgulhos da Tita

Delicado e macio, o bem casado é um dos orgulhos da Tita

As trufas fizeram sucesso. Provamos sabores com recheio tradicional, de nutella, brigadeiro, cereja e maracujá. Vamos às opiniões dos colaboradores:

“Ao dividir a trufa em duas partes, tem-se a primeira surpresa. No lugar daquela massa homogênea, com cor e cheiro de suco industrial, comum em muitas trufas de maracujá que se compra por aí, o que aparece é um recheio que até parece (veja só!) maracujá. Um amarelo escurecido, com direito às sementes da fruta. O sabor também surpreende, lembra o tradicional mousse de maracujá feito em casa, mas com menos consistência. Aliás, para os mais apressados, é necessário certo cuidado, pois o recheio, quase líquido, pode escorrer bombom afora. A qualidade do chocolate também merece destaque, desde a superfície fina que ressalta o sabor de maracujá até a base mais espessa que traz o toque adocicado.” (Karina Trevizan)

Trufa com recheio cremoso de maracujá de verdade (Foto: Karina Trevizan)

Trufa com recheio cremoso de maracujá (Foto: Karina Trevizan)

“Comi a trufa de brigadeiro e, para a minha surpresa, o recheio era de brigadeiro mesmo, bem molhadinho por dentro. Geralmente, os recheios de brigadeiro – negrinho lá no Rio Grande do Sul –  das trufas são em pasta, pesados e geralmente ficam cristalizados e duros. A sensação é de que ele estava fresquinho. E o melhor é que o chocolate não estava muito duro, o que não machuca a boca nas mordidas, e também não era uma camada exagerada. Foi tudo na medida.” (Gustavo Petró)

“Eu já tinha comido chocolates trufados com maracujá antes, mas nunca o recheio era tão saboroso nem fresco (com direito até a sementinhas da fruta). O chocolate é bem saboroso, mas acho que podia ter mais.”(Roger Modkovski)

Trufa recheada de brigadeiro (Foto: Gustavo Petró)

Trufa recheada de brigadeiro (Foto: Gustavo Petró)

As trufas são encomendadas por dúzias, mas para dar uma ideia de preços, as grandes, do tipo bombom, custam R$ 4,50 a unidade e as trufinhas saem por R$ 3 cada. O cupcake custa R$ 7, em média, e cada bem casado sai por R$ 2. O site www.donatita.com.br está em construção, mas a página Dona Tita no Facebook tem fotos atualizadas dos confeitos para festas.

Parabéns à Tita por confiar em seu talento e fazer o que gosta. Espero que muitas pessoas provem os deliciosos resultados. Agradeço também a todos os colegas que mandaram suas opiniões e participaram deste doce review. Grazie!

Dona Tita
(11) 2061-7108
contato@donatita.com.br

Bocheca de vitelo e risoto de parmesão no jantar do Wolf's Garten durante a São Paulo Restaurant Week 2012

O austríaco Wolf’s Garten é um daqueles lugares especiais que fazem a São Paulo Restaurant Week (SPRW) valer a pena.  O evento acaba hoje, mas já recomendo a visita na próxima temporada deste ano. E quem não quiser esperar pode investir, sem medo, no cardápio da charmosa casa europeia, em Pinheiros. Veja todas as fotos no Flickr do Braun Café.

Este foi um dos meus melhores jantares das últimas temporadas de SPRW tanto pela qualidade da comida como pela simpatia e hospitalidade do chef Markus – já conhecido do Braun Café como personal chef de um inesquecível almoço, em 2010.  Continue lendo »

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