Café de férias
maio 15, 2011

Na correria da Av. Paulista faça uma pausa para o expresso Astro (R$ 3) do MF Café, um refúgio no 2º andar da Livraria Martins Fontes
Querido leitor,
O Braun Café vai entrar de férias e volta em meados de junho. Enquanto isso, você pode degustar mais de 280 ‘toasts’ com sobre comidinhas, bares e restaurantes de São Paulo e outras capitais brasileiras, além de dicas internacionais.
Antes de sair de viagem, deixo aqui uma recomendação: ao passar pela Avenida Paulista, na altura da Av. Brigadeiro Luis Antônio, faça uma pausa no MF Café.
O local tranquilo, escondido no segundo andar da bela Livraria Martins Fontes, oferece um bom expresso Astro (R$ 3) e um refúgio para desacelerar por alguns instantes. Você merece.
Obrigada e volte sempre!
Abraço,
Dani Braun
MF Café, na Livraria Martins Fontes – Av. Paulista, 509. Tel.: (11) 2167-9903.
Horários: Segunda a sexta, das 9h às 22h. Sábados das 9h às 19h e domingos das 13h às 19h.
Café e pão de queijo, a dupla dinâmica
abril 16, 2011
Esta semana foi comemorado o Dia Internacional do Café e eu não podia deixar passar a data sem uma dica ‘expressa’.
Outro dia passei pelo pequenino e concorrido Pão de Queijo Haddock Lobo e tive que dar uma paradinha para provar uma dupla clássica: café expresso (Illy) com espuminha de leite e o famoso pão de queijo da casa.
Logo que cheguei uma grande cesta cheia de pães de queijo fresquinhos chegava ao balcão e os pedidos não paravam de sair. Arrumei um espacinho no balcão e garanti o meu.
O formato meio torto nada lembra o pão de queijo redondo e pesado vendido na maior parte dos cafés. Feito com queijo meia cura e polvilho na medida o quitute leve e crocante vale os R$ 3,20 cobrados e tem gostinho de quero mais. O café também sai R$ 3,20.
No pequeno balcão ainda são exibidos diversos quitutes como broa de milho, tortas, empadas e doces. Tentações que certamente voltarei para provar, depois de um pão de queijo com café, claro.
Pão de Queijo Haddock Lobo – Rua Haddock Lobo, 1408 – Jardins, São Paulo (SP). Tel.: (11) 3088-3087
Teste: Senseo e o sachê Pilão
novembro 14, 2010
Expresso marcante para encerrar uma boa refeição ou aquele café fresquinho coado na hora? Entre um e outro está o café de sachê, na minha avaliação. Após dois meses de testes da cafeteira Senseo*, lançada pela Sara Lee e pela Philips em meados de setembro, posso dizer que ganhei tempo na hora de preparar o cafezinho essencial, que me desperta antes do trabalho, além de uma espuminha cremosa.
Vale lembrar que o Senseo passa longe do Nespresso. A proposta é oferecer uma opção mais popular de café tanto no valor da máquina (R$ 299), que inclusive mexeu com os preços de cafeteiras no mercado, como nos sachês (R$ 9,90 o pacote com 18 unidades de 60 ml ou dez de 120 ml). O consumidor pode escolher entre três sabores: o tradicional Pilão, o sabor Intenso (mais encorpado e marcante) e o Verão (mais leve e aromático, com maior teor de Arábica que o tradicional).
Os sabores Pilão e Verão possuem duas versões: para uma xícara ou para caneca (120 ml), também conhecida como ‘Café da Manhã’. Nesta última, o sachê é mais ‘gordinho’ e deve ser usado com a base apropriada, mais profunda.
O modo de preparo é simples e rápido. Basta colocar água no recipiente que fica atrás da máquina, apertar um botão e em cerca de 90 segundos, no máximo, ele sinaliza que seu café pode ser preparado. Enquanto isso, você escolhe o sachê e o adaptador, fecha a tampa da cafeteira e aperta o botão. O resultado é uma bebida bem leve – mais para o café coado do que para o expresso -, com aroma de café fresquinho e a espuma que faz a diferença.
Tudo é muito fácil, incluindo o processo de limpeza, mas é importante encaixar bem o sachê na base da cafeteira e escolher o adaptador certo antes de iniciar o preparo. Caso contrário, você conhecerá um intragável ‘cháfé’.
Como disse minha amiga Deca, que fez um curso de barista da Isabela Raposeiras, ao preparar um café, tudo pode dar errado, até na hora de servir. Então mesmo em uma cafeteira como esta é melhor ficar de olho para não desperdiçar seu sachê.
Recomendo o vídeo da Rê Mesquita para o Zumo Blog fazendo um review do preparo do café na Senseo, quando esteve na Europa e conheceu a cafeteira. O teste explica bem o processo, além de ser divertido ver a Renata filmando, narrando e fazendo o café ao mesmo tempo. Ela também observa que não há opção de ‘café curto’, como muitos brasileiros gostam.
A Senseo não entra na linha ‘Nespresso killer’ porque não usa o processo de cápsulas ou a pressão necessária para gerar um expresso, de fato. É uma questão de gosto, bolso e praticidade. Como aprecio um bom café coado, não muito forte, o sachê seria uma opção bacana para o dia-a-dia, mas não dispenso café expresso, turco, de cafeteira italiana, francesa etc.
*A cafeteira e os sachês foram cedidos pela Sara Lee para testes. Os posts do Braun Café não são patrocinados.
Comer, beber, amar, blogar
julho 31, 2010
Junte uma porção de pessoas que apreciam a boa mesa, se aventuram em fogo alto e adoram compartilhar suas pitadas gastronômicas. Acrescente harmonizações com boas bebidas e bate-papos a gosto. Esta aí a receita do #RangoCamp, evento que reuniu blogueiros de gastronomia no final de junho, em São Paulo, do qual tive a alegria de participar.
No convescote muito bem organizado por @juliareis, @rainhasdolar, @cozinhamatilde e @cozinhapequena, os participantes eram convidados a levar um quitute ou preparar uma receita na Cozinha da Matilde. A linda casa da chef Letícia dedicada a eventos, jantares e aulas de culinária, na Vila Madalena, tem um quintal tão gostoso que fez o tempo parar naquele domingo ensolarado.
Confesso que fiquei bem indecisa quanto à receita, até que recebi uma luz: “Por que você não faz o Braun Café?”, disse a Rê Mesquita lembrando da receita de brigadeiro de colher com café solúvel criada por ela e Henrique em homenagem ao blog.
Lá fui eu me meter na cozinha com a minha irmã, Fabi, muito interessada na receita que você encontra logo abaixo. Para o evento, fiz uma apresentação em copinhos descartáveis de plástico com três versões de cobertura, para fazer um laboratório: bolinhas crocantes de chocolate, farofas de castanha de caju e de pistache.
A apresentação ficou ótima e a história da receita trouxe algumas lições interessantes. Para começar, deu um trabalhão colocar o brigadeiro esfriando nos copinhos. Uma boa opção é ter o saquinho para confeitar. Sem este utensílio, tive de limpar cuidadosamente as beiradas de cada copinho, o que me vez quebrar o plástico de dois deles, exigindo a ‘migração’ para outro recipiente. Por isso, cozinhar exige muito amor e carinho.
A segunda lição foi que o bom improviso na cozinha vem com a experiência. E aí entra em cena Marisa, minha mãe, acrescentando creme de leite ao Braun Café. Na verdade, sobrou espaço na bandeja dos brigadeiros, tínhamos somente mais um pouco de leite condensado e então Marisa deu a ideia. Relutei um pouco, mas o resultado ficou bacana, com sabor mais suave do que o original. O trabalho para colocar nos copinhos, entretanto, foi o mesmo.
A terceira e última lição é que nem sempre o brigadeiro fica para a sobremesa. No RangoCamp, participei de uma degustação com as saborosas cervejas Bamberg, fabricadas artesanalmente em Votorantim (SP). Entre as harmonizações recomendadas pelo especialista Edu Passarelli, sócio do bar Melograno, estavam doces a base de café. E aí o Braun Café entrou na roda, com cerveja – acredito que tenha sido para a Bamberg Schwarzbier.
O evento ainda contou com degustações às cegas e de cachaças Fulô (não cheguei a participar, mas ganhei uma Nêga Fulô de presente no sorteio. Oba!), além de inúmeras delícias.
Entre as receitas que provei estavam escabeche de sardinha em polenta italiana grelhada, pernil derretendo com tomates assados, guacamole feita na hora, carnes e legumes grelhados à moda japonesa, ou yaki nikku (o ‘churrasco com hashi’).
Para sair de lá com gostinho de quero mais, ainda provei a Francesinha, cachaça curtida com favas de baunilha, perigosamente saborosa. Veja mais fotos no Flickr do Braun Café e na página do evento.
Outros destaques foram uma delicada massa com molho de alho poró e um toque de peixe defumado, parecido com haddock, o inusitado e delicioso petit gateau de pequi (o ‘pequi gateau’), brownie com chocolate branco e um bolo confeitado com o tema do #RangoCamp.
Depois de trocar ideias com pessoas tão bacanas, que amam a gastronomia como profissão ou como ‘Lado B’ da vida, e de sentir nas mãos o ‘peso’ (na realidade, a ‘leveza’) de uma faca Global, que o chef Anthony Bourdain recomenda, saí de fininho, contente por ter participado deste delicioso universo, já na espera pelo próximo #RangoCamp.
Ah sim. A receita do Brigadeiro Braun Café segue abaixo. Na hora de ir embora vi minha bandeja vazia. Sinal de que deu certo. Pode tentar fazer em casa:
‘Brigadeiro Braun Café’
– 1 lata de leite condensado
– 2 sachês de café solúvel (uso o Nescafé Tradição Stick)
– 2 colheres de sopa rasas de chocolate em pó (Dois Frades ou Cacau em pó Mavalério – dica da @adrianaaranha)
– 1 colher de copa de manteiga sem sal
Opções de cobertura: Color Bolinhas Decor Festa , farofa de pistache ou de castanha de caju sem sal (meia xícara da castanha descascada e batida no processador)
Preparo
– Adicionar o leite condensado na panela em fogo baixo, acrescentar a manteiga, os sachês de café solúvel e dissolver. Na sequência acrescentar o chocolate em pó peneirado na hora e mexer continuamente até chegar ‘ao ponto de colher’. Acrescentar o brigadeiro aos potinhos ainda quente e cobrir com as bolinhas ou a farofa de castanha de sua preferência.
Junte uma porção de pessoas que apreciam a boa mesa, se aventuram em fogo alto e adoram compartilhar suas pitadas gastronômicas. Acrescente harmonizações com boas bebidas e bate-papos a gosto. Esta aí a receita do RangoCamp, evento que reuniu blogueiros de gastronomia no final de junho, em São Paulo, do qual tive a alegria de participar.
No convescote muito bem organizado por @juliareis, @rainhasdolar, @cozinhamatilde e @cozinhapequena, os participantes eram convidados a levar um quitute ou preparar uma receita na Cozinha da Matilde. A linda casa da chef Letícia dedicada a eventos, jantares e aulas de culinária, na Vila Madalena, tem um quintal tão gostoso que fez o tempo parar naquele domingo ensolarado.
Confesso que fiquei bem indecisa quanto à receita, até que recebi uma luz: “Por que você não faz o Braun Café?”, disse a Rê Mesquita lembrando da receita de brigadeiro de colher com café solúvel criada por ela e Henrique e batizada em homenagem ao blog.
Lá fui eu me meter na cozinha com a minha irmã, interessada na receita, que você encontra logo abaixo. Para o evento, fiz uma apresentação em copinhos descartáveis de plástico com três versões de cobertura, para fazer um laboratório: bolinhas crocantes de chocolate, farofas de castanha de caju e de pistache.
A apresentação ficou ótima e a história da receita trouxe algumas lições interessantes. Para começar, deu um trabalhão colocar o brigadeiro esfriando nos copinhos. Uma boa opção é ter o saquinho para confeitar. Sem este utensílio, tive de limpar cuidadosamente as beiradas de cada copinho, o que me vez quebrar o plástico de dois deles, exigindo a ‘migração’ para outro recipiente. Por isso, cozinhar exige muito amor e carinho.
A segunda lição foi que o bom improviso na cozinha vem com a experiência. E aí entra em cena Marisa, minha mãe, acrescentando creme de leite ao Braun Café. Na verdade, sobrou espaço na bandeja dos brigadeiros, tínhamos somente mais um pouco de leite condesado e então Marisa deu a ideia. Relutei um pouco, mas o resultado ficou bacana, com sabor mais suave do que o original. O trabalho para colocar nos copinhos, entretanto, foi o mesmo.
A terceira e última lição é que nem sempre o brigadeiro fica para a sobremesa. No RangoCamp, participei de uma degustação com as saborosas cervejas Bamberg, fabricadas artesanalmente em Votorantim (SP). Entre as harmonizações recomendadas pelo especialista Edu Passarelli, sócio do bar Melograno, estavam doces a base de café. E aí o Braun Café entrou na roda, com cerveja – acredito que tenha sido para a Bamberg Schwarzbier.
O evento ainda contou com degustações às cegas e de cachaças Fulô (não cheguei a participar, mas ganhei uma Nêga Fulô de presente no sorteio. Oba!), além de inúmeras delícias.
Entre as receitas que provei estavam escabeche de sardinha em potenta grelhada, pernil derretendo com tomates assados, guacamole feita na hora, carnes e legumes grelhados à moda japonesa, ou yaki nikku, o ‘churrasco com hashi’), delicada massa com molho de alho poró e um peixe bem defumado, parecido com haddock, o inusitado e delicioso petit gateau de pequi (o ‘pequi gateau’), brownie com chocolate branco e um bolo confeitado com o tema do Rango Camp.
Para sair de lá com gostinho de quero mais, ainda provei a Francesinha, cachaça curtida com favas de baunilha, perigosamente saborosa. Veja mais fotos no Flickr do Braun Café.
Depois de trocar ideias com pessoas tão bacanas, que amam a gastronomia como profissão ou como ‘Lado B’ da vida, e de sentir nas mãos o ‘peso’ (na realidade, a ‘leveza’) de uma faca Global, que o chef Anthony Bourdain recomenda, saí de fininho, contente por ter participado deste delicioso universo, já na expectativa pelo próximo RangoCamp.
Ah sim. A receita do Brigadeiro Braun Café segue abaixo. No final da festa, fui pegar minha bandeja e estava vazia. Sinal que deu certo. Pode tentar fazer em casa:
‘Brigadeiro Braun Café’
– 1 lata de leite condensado
– 2 sachês de café solúvel (uso o Nescafé Tradição Stick)
– 2 colheres de sopa rasas de chocolate em pó (Dois Frades ou Cacau em pó Malavério – dica da @adrianaaranha)
– 1 colher de copa de manteiga sem sal
Opções de cobertura: Color Bolinhas Decor Festa , farofa de pistache ou de castanha de cajú sem sal (meia xícara da castanha descascada e batida no processador)
Preparo
– Adicionar o leite condensado na panela em fogo baixo, acrescentar a manteiga, os sachês de café solúvel e dissolver. Na sequência acrescentar o chocolate em pó peneirado na hora e mexer continuamente até chegar ‘ao ponto de colher’. Acrescentar o brigadeiro aos potinhos ainda quente e cobrir com as bolinhas ou a farofa de castanha de sua preferência.
Patisserie com toque oriental
janeiro 9, 2010
Confeitaria da escola francesa, com toque oriental e ambiente cosmopolita. Esta é a Nami Choux Boulangerie, uma boa pedida para tomar um café, chá da tarde ou almoçar, com estilo e traquilidade, no bairro do Paraíso.
Se estiver perto da Estação Brigadeiro do Metrô, desça dois quarteirões na Rua Manuel da Nóbrega e faça uma pausa para provar uma bomba de creme ou o suave e macio rocambole de chá verde, uma das criações da simpática Nami.
Nami passou dois anos no Japão trabalhando em uma empresa de catering onde passou por todas as modalidades da cozinha, mas se apaixonou pela arte da confeitaria.
Na área de quitutes para viagem ou para presente, prove os deliciosos amanteigados de laranja e os ótimos brioches. Entre outras tentações produzidas na casa estão alfajores, pães de mel e fatias de pão-de-ló colorido (‘rainbow cake’). O cardápio também oferece sanduíches e quiches com saladas para o almoço.
A pedido dos vizinhos, a Nami também prepara especialidades das padarias japonesas como o ‘melon pan’ e o ‘cream pan’.
Além de bater papo e relaxar no ambiente com design moderno e pé direito alto, tomando um Café do Centro, é possível reservar o salão superior para eventos. E até o final deste semestre, a Nami Chox também começa a oferecer um brunch, nos finais de semana.
Nami Choux – Rua Manoel da Nobrega, 521, Paraíso – São Paulo – SP. Terça a domingo das 11h às 21h. Aceita todos os cartões de crédito, Visa Vale e Ticket Restaurante.
























