"Um, dois, feijão com arroz": ótimo bolunho de arroz com calabresa e queijo. Feijão cru, da decoração, foi para o prato

"Um, dois, feijão com arroz": ótimo bolinho de arroz com calabresa e queijo. Feijão cru, da decoração, foi para o prato

A saideira do antigo trabalho pede uma cerveja. Para celebrar o novo emprego de uma amiga, que também mora na região da Vila Mariana, fomos ao Bar Providência, um dos concorrentes do Boteco Bohemia, em São Paulo.

A primeira parada seria o vizinho Academia da Gula, que também participa do festival, mas estava abarrotado na sexta (16/10). Então formos tomar uma pielsen no Providência e provar o petisco “Um dois, feijão com arroz”.

Macio e saboroso, o bolinho de arroz recheado de queijo e calabresa levemente picante é o protagonista da porção. Mas como muitos bares participantes vêm incrementado – até demais – seus petiscos para vencer a disputa, os bolinhos são acompanhados de um pouco de tutu (razoável) com couve bem fininha por cima, farofa de banana (boa para quebrar os sabores fortes) e dois caldinhos de feijão branco, além de um potinho de pimenta biquinho, sempre amiga.

Porção do Boteco Bohemia sempre servida com realeza e sininhos tocando, acompanha pielsen

Porção do Providência servida com realeza e sininhos tocando; pielsen acompanha

Para dar um style na porção, os caldinhos – servidos em copos de cachaça – são rodeados em um punhado de feijão preto ao natural. Bacana, mas quem tem pressa [e fome] come cru, já diz o ditado.

No calor da comemoração e já alegre depois de uma cachacinha, minha amiga serviu-se de farofa e algumas colheradas do feijão preto por cima. Felizmente, logo vimos que aquele não era ‘de comer’ e caímos na gargalhada. O caldinho, aliás, é muito bom, para degustar sem pressa porque é só um shot.

Longe do Rocinha: entre os sandubas da casa, passe longe do Rocinha (hambúrguer com gorgonzola, alface e tomate) – eles precisam conversar com o fornecedor porque o pão de hambúrguer estava seco. Já o sanduíche de filé mignon no pão francês (Leblon) é simples e gostoso.

Sobremesa requer providências: o bar também precisa melhorar a oferta de sobremesas. Entre as poucas opções estão o brigadeiro de ‘colherão’ (servido em uma colher de sopa… ficou meio estranho) e o sorvete, que segundo minha amiga, era bem fraco.

Bar Providência (fecha pontualmente) – Um Dois Feijão com Arroz (Bolinho de Arroz com Lingüiça Calabresa e Muçarela na cama de tutu com couve. Acompanha caldinho de feijão branco). Preço: R$ 22
Endereço: Rua Dr. Amâncio de Carvalho, 262 – Vila Mariana – Tel.: 5084-7282
Horário: de 2ª a 6ª, das 17 à 1, sábado, domingo e feriados das 12 à 1h.

Bolinho com bastante bacalhau (R$ 16 a porção com 16) e ótimas fritas

Bolinho com bastante bacalhau (R$ 26 a porção com 16) e ótimas batatas fritas

Em tempos de bafômetro, nada como um happy hour tranquilo e gostoso ao lado do metrô Paraíso. Minha dica é o Miradouro Bar, Restaurante e Petiscaria, que se destaca pelas especialidades portuguesas.

Varanda e dois ambientes, cerveja de garrafa e bossa nova

Cardápio bem variado, atendimento simpático, cerveja e bossa nova

Além dos 11 pratos de “Bacalhaus”, como diz o cardápio, há porções como a  ‘punheta azeitada’ (bacalhau desfiado com cebola e azeite) e bolinhos de [muito] bacalhau (16 por R$ 26). O cardápio do local, que já concorreu ao Boteco Bohemia, inclui pratos executivos, carnes, massas, caldos, sandubas etc.

Entre 11 especialidades de 'Bacalhaus' estão as "punhetas azeitadas"

Entre 11 especialidades de 'Bacalhaus' estão as "punhetas azeitadas"

A porção de batatas fritas do Miradouro (R$ 14) merece destaque. No lugar das batatas congeladas, geralmente com sabor de ‘purê de nada’, as fritas são genuínas e cortadas com esmero. Até parecem congeladas, mas na primeira mordida você percebe a diferença, assim como na segunda mordida e na décima… até não sobrar uma batatinha na travessa.

Cartas de vinhos e cachaças, além das geladas

Cartas de vinhos e cachaças, além das geladas de garrafa

Para acompanhar as fritas e os bolinhos vai bem uma Brahma de garrafa (R$ 5), bem geladinha. Original, Bohemia e Serramalte também estão no cardápio (R$ 6) assim como a uruguaia Norteña (R$ 16) e as Bohemias especiais (Confraria, Escura e Weiss) de R$ 9 a R$ 14. Aos domingos, para atrair os boleiros, a casa anuncia ‘double chope’ Brahma (peça um e ganhe dois), por R$ 4,50 a caldereta, e pay per view dos principais campeonatos de futebol.

Decoração caricata - de Baby Consuelo a Madonna

Decoração de caricaturas - de Baby Consuelo a Madonna

Ótimo atendimento, mesinhas na frente para os fumantes (desde que fumem depois da linha amarela, na calçada) e uma decoração repleta de quadrinhos com caricaturas de artistas (de Baby Consuelo, no salão, a Madonna no banheiro feminino) também valem nota no Miradouro.

Double chope Brahma e PPV aos domingos para o futebol

Double chope Brahma e PPV para o futebol nas tardes de domingo

O lugar tem música ao vivo, mas só toca bossa nova. O “Bossa & Chopp” rola de terça a sábado a partir das 19h (o couvert artístico sai por R$ 3, mas é opcional). E depois da cervejinha com os amigos, basta andar meio quarteirão e pegar o metrô para casa, despreocupado. É o Paraíso, literalmente.

Miradouro –  Rua Apeninos, 883 Paraiso – São Paulo (SP). Próximo ao Metro Paraíso (atrás da Igreja Ortodoxa). Telefone: (11) 5573-7278

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O Marakuthai é uma das boas surpresas entre os 202 participantes da segunda temporada da Restaurant Week 2009, que acaba neste domingo (13). Aberto em junho, o restaurante que funde culinária tailandesa e brasileira já firmou seu trocadilho em Ilha Bela, no litoral Norte de São Paulo, e se revela uma ótima pedida fora da quinzena promocional da RWSP.
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De segunda a sábado, das 12h às 15h, o restaurante oferece um menu executivo com entrada, prato principal e sobremesa a R$ 28 por pessoa (praticamente o mesmo valor cobrado durante a Restaurant Week). É uma ótima notícia para quem quiser experimentar as criações da jovem chef Renata Vanzetto, que entrou na cozinha aos 13 e agora completa 21 anos, e de sua mãe, a decoradora Silvia Camargo, responsável pelo ambiente incrível do lugar.

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Depois de me ver sacando várias fotos, um dos funcionários comentou que no jantar, o visual do restaurante à meia luz é ainda mais bacana.
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O cardápio tem um upgrade de opções e preços à noite. As entradas variam de R$ 16 a R$ 30 – o Satun (creme de coco com mariscos na concha, lula, alho porró e limão) custa R$ 22. Os principais custam a partir de R$ 36 (Tirinhas de frango em molho de curry amarelo, com ervilha torta, cuscuz marroquino e arroz de jasmim) e as sobremesas começam em R$ 15 (Brujelane – creme brulée de coco com manga e menta). O menu degustação sai por R$ 92.

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Estive por lá no sábado (12), por volta de 12h30, com um casal de amigos e, mesmo sem reservas (dei uma ligada antes e cheguei cedo) nos acomodamos muito bem no balcão comunitário do andar superior.

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Para acompanhar o almoço pedi uma long neck (R$5) e meus amigos apostaram nas caipirinhas (a casa oferece opções interessantes como lichia, carambola e limão cravo, que estava em falta no sábado). A combinação de lichia com maracujá e hortelã estava uma delícia, embora o maracujá roube a cena. Os preços têm um grau um pouco elevado (R$ 14,80 com cachaça e R$ 16 com vodka ou saquê).

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Nas entradinhas (no diminutivo mesmo pelo tamanho das porções), o rolinho de frango com amendoim na folha de arroz, com hortaliças e pimenta doce estava ótimo, assim como o espetinho com três camarões empanados e bem crocantes, acompanhando molho cremoso com cebolinha e gergelim. Para nossa alegria erraram na porção de camarões e ganhamos quatro espetinhos.

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Entre as duas opções de pratos principais, deliciosos e muito bem servidos, estavam as tiras de filé mignon com cebola roxa que fizeram um casamento perfeito com o saboroso purê de banana com pedacinhos de castanha de caju, um toque de curry e arroz de jasmim servido em uma cumbuca separada.

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O prato de lulas e peixe bem macios em molho de leite de coco com tomate e toque de limão me dá água na boca só de lembrar. Esbaldei-me com o cozido, o arroz de jasmin com gergelim e a farofinha de dendê. Que delícia.

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Acho que não deixei muito espaço para a sobremesa, mas adorei o sorvete de creme com calda de doce de leite e banana em crosta de coco ralado. O creme de abacate com raspas de laranja confeitada também é uma boa combinação.
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Para espantar a preguiça depois desse banquete pedimos um expresso (R$ 5… caro esse Nespresso) e fechei minha temporada da RWSP contente por conhecer um lugar tão bacana.

Restaurante Marakuthai – Alameda Itú, 1618 (quase esquina com a Rebouças) – Cerqueira César – São Paulo – SP.  Tel: (11) 3062-7556 / 7892-5190.

Sabores da infância

agosto 12, 2009

Tubaína, Cotuba e Gengibirra escolhidas por um 'sommelier de tubaínas'. Foto: Thomas Milz (divulgação)

Tubaína, Cotuba e Gengibirra escolhidas por um 'sommelier de tubaínas'. Foto: Thomas Milz (divulgação)

Tubaína, Pamonhas de Piracicaba e Mandiopan. Se um desses nomes lhe remete à infância, você tem de conhecer o Tubaína Bar, na região do “Baixo Augusta”.

A homenagem ao popular refrigerante sabor tutti-frutti não fica somente no nome: o cardápio oferece diversas marcas da bebida – escolhidas pelo jornalista Guilherme Busch, primeiro “sommelier de tubaínas” do Brasil e criador do blog Confraria das Tubaínas – incluindo drinks para quem já não é mais criança, e outros refrigerantes igualmente comuns em cidades do interior, como a Gengibirra (tipo de soda com gengibre) e a Cotuba (refrigerante tipo guaraná) por R$ 3,50.

Os quitutes também merecem destaque. O cardápio vai dos tradicionais sanduíches de pernil desfiado (R$ 12) e de mortadela, a variações como o cuscuz paulista mole (R$ 15) servido com crosta de farinha de mandioca (uma delícia) e o queijo coalho à milanesa (no lugar do provolone) com molhinho especial (R$ 18).

Bolinhos de Itapetininga do Tubaína Bar

Bolinhos de Itapetininga do Tubaína Bar

A porção de bolinhos de Itapetininga (croquetes de milho recheados com frango desfiado por R$ 14), servida com criatividade em um clássico “porta-sal” de plástico, é saborosa, mas dividiu opiniões na mesa – a massa da coxinha ainda sai ganhando – e o caldinho de feijão, acompanhado de uma “xicrinha” de aguardente, agradou.

O Mandiopan (servido como cortesia) arrancou sorrisos e lembranças de todos. Interessante comparar o sabor que provamos no bar com o que tínhamos na memória daquele mágico salgadinho de mandioca que devorávamos na hora do desenho na TV – o sabor camarão era meu favorito.

“Dirigida pela chefe piracicabana Sol Caldeira, a cozinha do Tubaína oferece comida simples, mas de alta qualidade. Do jeito que mamãe fazia” diz o cardápio.

Mandiopan, o salgadinho mágico, servido como cortesia

Mandiopan, o salgadinho mágico, servido como cortesia

Piracicaba, aliás, é a cidade dos meus pais – minha mãe é piracicabana e meu pai, o Braun, veio da Holanda direto para lá. Tenho saudades das férias e festas de fim de ano, quando brincava com meus primos, zanzando na cozinha da vó Eline e tomando Gengibirra e Tubaína a valer.  As “pamonhas caseiras fresquinhas” também estão no menu do Tubaína. “Olha aí freguesia!”

A jornalista e idealizadora do projeto, Verónica Goyzueta, também abriu espaço para a culinária de sua cidade natal, incluindo o ‘cebiche’ (peixe marinado em limão e especiarias) com a consultoria da chefe peruana Mirtha Goyzueta. “A licença vale porque ela é uma grande mãe, e porque foi criada com Inca Kola, a Tubaína mais famosa das Américas”, conta Verónica, por e-mail. A Inca também é vendida no bar por R$ 12.

Queijo coalho à milanesa com molho especial

Queijo coalho à milanesa com molho especial

A decoração retrô segue a linha ‘infância na casa da vó’ com muito estilo: mesas e cadeiras diferentes – as clássicas de fórmica não poderiam faltar -, poltronas antigas redecoradas e um sofá com uma linda estampa florida no segundo andar tornam o ambiente bacana e aconchegante.

O mezanino, aliás, é um bom lugar para quem não é muito chegado em música ao vivo, que rola somente às terças-feiras (R$ 4 pelo couvert artístico). Quando estive por lá rolou o repertório básico de MPB e pop para agradar a todos. Mas depois de tanto resgate da infância só faltava ouvirmos “Sandra Rosa Madalena”, tomando Tubaína e comendo Mandiopan. Pensando bem até que pode ser uma boa pedida na próxima visita.

Tubaína Bar – Rua Haddock Lobo, 74 (entre as ruas Matias Aires e Fernando de  Albuquerque) – Consolação, São Paulo (SP). Tel.: (11) 3129-4930. Horário: terça a sábado, das 18h às 3h (cozinha até 1h).

Aqui vão algumas dicas rápidas de lugares em São Paulo, que estão na minha lista mental (o “Gooloogle”) para futuros ‘toasts’ e foram muito bem recomendados pelos amigos e leitores do Braun Café. Eles sempre dizem “Você já foi no…?” ou “Você tem que ir nesse lugar!”. Então já vou adiantando aqui sete lugares para comer, beber e viver antes… do fim do ano.

Picadinho com tartar de banana do Bar da Dona Onça. Foto: divulgação

Picadinho com tartar de banana do Bar da Dona Onça. Foto: divulgação

Mistura Fina
O Bar da Dona Onça, embaixo do Edifício Copan, um dos cartões postais da cidade, oferece releituras dos tradicionais ‘PFs’ como o picadinho com arroz, ovo frito na manteiga e, no lugar da banana frita, um tartar de banana com cebolinha roxa. Alê Scaglia garante que é um dos melhores picadinhos da vida. O preço não é muito popular (R$ 36 o prato), mas vale a pena, garante o Alê. Dê uma espiada no cardápio no site…
Bar da Dona Onça – Edifício Copan – Av. Ipiranga, 200, Lojas 27 e 29 – República. Tel.: (11) 3257-2016.

Aos mestres-cervejeiros com carinho
Se você gosta de cervejas, o Melograno é o lugar. A carta de rótulos especiais (das brasileiras às belgas) é o diferencial deste bar, na Vila Madalena. Os amigos ‘mestres-cervejeiros’ Flávio Remontti e Fabrício contam que o ambiente é bacana e tem porções e sanduíches incrementados como o Melograno, com ragú de cordeiro na cerveja escura e molho de romã. Aliás, o nome do local é uma referência ao pé de romã (‘melograno’ em italiano) que fica no jardim da casa, informa o site do bar.
Melograno
– Rua Aspicuelta, 436, Vila Madalena. Tel. (11) 3031-2921.

Mulligan: atendimento simpático e boas opções como a tcheca 1795 e a belga Chimay

Mulligan: bate-papo com o garçom e ótimas cervejas como a tcheca 1795

Garçom amigo
Estive duas vezes no Mulligan, tradicional pub de Porto Alegre que abriu sua filial paulistana este ao, e agora faço uma atualização. Na primeira foi um caos por conta do Dia de São Patrício (o bar não estava preparado para receber tanta gente). Voltei no começo de junho e foi um dos melhores atendimentos que já presenciei. Se quiser bater papo sobre cervejas, conte com a simpatia e o conhecimento dos garçons. Só fique de olho na conta – a deliciosa belga Chimay sai por R$ 22 (garrafinha individual), mas é uma ótima pedida assim como a tcheca 1795 (da foto). A Guinness também é cremosa e bem tirada. No cardápio gastronômico, a dica da Cris Sato, que sempre acompanha o blog e dá ótimas dicas, é a panqueca “Boxty Gaelic”, com recheio de filé ao molho de whisky e cogumelos. “Foi a recomendação do nosso garçom e estava uma delícia. A panqueca em si é normal, neutra, mas o recheio estava tão saboroso que pedimos pães só para raspar o que sobrou do molhinho rsrsrs” comenta a Cris.
Mulligan Irish Pub – Rua Bela Cintra, 1.579 – Jardins. Tel.: (11) 3892-1284.

O Nordeste é logo ali
Ainda vou agitar uma excursão para conhecer o Mocotó, na Vila Medeiros. O lugar ficou famoso pelos ótimos pratos da culinária nordestina, sob o comando do jovem chef Rodrigo Oliveira, com preços muito acessíveis e uma extensa carta de cachaças. Quem me falou primeiro de lá foi o Paulo Henrique (querido PH). A Cecília, ‘amigue’ e colaboradora deste blog, esteve por lá recentemente com o Alê Dalóia, com quem adoro bater papo sobre dicas gastronômicas. Os pratos, segundo Cecília, custam em torno de R$ 25 e servem muito bem duas pessoas. Os pedidos incluíram a porção de carne seca na manteiga de garrafa com mandioca cozida e o “Atolado de Bode” (cabrito ensopado com mandioca, servido no mini tacho) .
Mocotó Restaurante e Cachaçaria
– Av. Nossa Senhora do Loreto, 1.100 – Vila Medeiros. Tel.: (11) 2951-3056.


Show de massas chinesas
Entre os milhares de restaurantes orientais do bairro da Liberdade está o Rong He, especializado em massas chinesas feitas na hora – dizem que assistir a preparação é um show a parte. O Gui Colugnatti já me falou muito deste lugar destacando também a excelente porção de bolinhos recheados com camarão no vapor, as porções fartas e os preços muito amigos. Passei a dica ao querido Fábio Almeida, que estava na Liberdade sábado passado e me ligou pedindo uma recomendação. Deu certo. Mais tarde recebi o seguinte torpedo: “Super aprovado o Rong He. O que seria de meu almoço sem vc? Agora temos de ir juntos”.
Restaurante Rong He Massa Chinesa – Rua Da Glória, 622 – Liberdade. Tels.: (11) 3275-1986 / 3208-0529.

Opa!
O Acrópoles, no Bom Retiro, não é o único restaurante grego da cidade. O Café Olympia fica na Chácara Santo Antônio e a dica é do Demi Getschko é diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O Demi é considerado um dos “pais” da internet no Brasil e também sabe tudo da boa mesa. Segundo o ele, além de experimentar bons pratos da culinária grega, como a moussaka, no Olympia você também pode jogar os pratos no chão e dançar ao som de música folclórica ao vivo de qualidade.
Café Olympia – Rua do Estilo Barroco, 25 – Chácara Santo Antonio. Tel.: (11) 5182-7486.

O sahsimi especial da Zona Norte

“Salmão cortado bem fininho com cebolinha, shoyo e limão”. Ao ouvir a descrição feita pelo Alê Dalóia sobre o sashimi do Sushi Hiroshi, você quer largar tudo e ir correndo para o restaurante. Segundo ele, é um dos melhores japoneses da cidade.
Sushi Hiroshi – Rua Capitão Manuel Novaes, 189 – Santana. Tel.: (11) 6979-6677.