"Cachorro-quente Forever" (Foto: Guidespot.com)
Você ama comida? Até onde você iria para provar seu amor? Algumas pessoas gostam de eternizar seus pratos prediletos, restaurantes, vegetais, doces e até utensílios domésticos em tatuagens.

Neste post do Guidespot você pode ver mais de 25 tatuagens de comidas para se inspirar, matar a curiosidade ou ficar horrorizado mesmo. A dica é do Roger, que segundo sua amiga Lygia é um amante da gastronomia e manda muito bem na cozinha (de sushi a empadinha).

Breakfast na cabeça: Zumbis adorariam esse cara (Foto: Guidespor.com)

Algumas são meigas, outras bem-humoradas, mas a maioria é bem bizarra. Tem gente que pensa tanto em café-da-manhã (com ovos, bacon etc.) que tatuou o breakfast completo na cabeça. Outros deram o braço por um pedaço de manteiga, um alho-porró mau-humorado ou um kiwi.

Retrato meigo de uma dupla perfeita. Você faria? (Foto: Guidespot.com)

Retrato meigo de uma dupla perfeita. Você faria? (Fotos: Guidespot.com)

No seriado Los Angeles Ink, certa vez, um cara tatuou um pedaço de queijo para se lembrar de algo que amava e que não podia mais comer – tinha desenvolvido intolerância a lactose. A tatoo ficou bacana, mas achei a ideia um sofrimento. Com certeza essas tatuagens enjoam…

Se você resolveu cuidar da saúde e perder aquela barriguinha cultivada com muito levantamento de copo, o ideal é correr… para bem longe do boteco.

Sabemos que a tarefa não é fácil. Mais cedo ou mais tarde você vai receber aquele convite irrecusável para uma cervejinha com os amigos. E aí entram as dicas da nutricionista Fabiana Braun*, minha querida irmã, com quem fiz uma entrevista para o Braun Café.

Eis aqui ‘dooouze’ conselhos da especialista para driblar as tentações sem ficar de bico na mesa do bar.

Álcool, o vilão
Beber engorda. Um grama de álcool tem quatro calorias. Imagine uma caipirinha do Veloso (limão, cachaça + açúcar) e esqueça.

Neste quesito, a cerveja (ou ‘pão líquido’) é a bebida que mais colabora para a barriguinha ‘porta-copos’ do botequeiro. Além do álcool, a loira gelada traz a cevada e o malte. Fermentados, estes três amigos fazem a festa em seu abdômen, onde as gorduras armazenadas dos carboidratos (gorduras viscerais) mais gostam de se acomodar. Aquela inocente tulipa de chope tem 84 calorias (a de chope escuro tem 85 cal).

Para enganar a loira
Manere na cervejinha. Peça bebidas com suco de frutas – de preferência naturais – como caju, maracujá ou abacaxi com vodka e sem açúcar (equilibre com adoçante). Outra boa pedida é o Bloody Mary, desde que o barman não carregue muito na dose e nos temperos.

Dois drinks e água gelada
Nada de exagero. Substituir os copos de cerveja pelos sucos com vodka, na mesma proporção, não resolve. Durante a noite peça dois drinks, no máximo, e equilibre cada um com um copo de água gelada, que é absorvida com mais rapidez. “Qualquer tipo de bebida desidrata o organismo”, diz Fabiana.

A mesma dica da água vale para quem não está de dieta. Ela afasta a embriaguez e ressaca do dia seguinte. “Só não ajuda a escapar do bafômetro”, lembra a nutricionista.

Vinho: amigo até a segunda taça
Sem dúvida, de todas as bebidas alcoólicas, o vinho tinto é o que traz mais benefícios à saúde. Isso graças ao Resveratrol, um poderoso antioxidante presente na casca da uva, que melhora a circulação e ajuda a combater o colesterol. Mas lembre-se de beber com moderação: os benefícios valem até a segunda taça (sempre acompanhada de água).

Brancos e rosés não fazem mal à saúde, mas não têm as propriedades dos tintos. Uma taça de vinho branco, bem leve, em um dia quente também é light.

Tchau fritura
A regra número um para manter a forma é evitar porções de frituras e gorduras pesadas no bar. Pastel, batatas fritas, frango à passarinho, provolone ou iscas de peixe à milanesa e calabresa acebolada… nem pensar.

Grelhados e acebolados
Nada de picanha na chapa ou contra-filé. Opte pelos grelhados de carnes magras como frango ou filé mignon (é a carne vermelha mais light que os bares servem), que podem ser acebolados, acompanhando pão francês e só. Pedir lulas grelhadas no lugar da porção de lulas ‘adorei’, por exemplo, também ajuda.

Salada acompanha?
Para enganar a fome e consumir menos pão peça uma porção de salada verde (rúcula é uma boa) para acompanhar o filé aperitivo. O Bar do Sacha oferece a mandioca cozinha. Ótima ideia.

Acepipes bacanas
Na área de frios e acepipes consuma os queijos mais claros (mussarela e queijos com leite de búfala), peito de peru, rosbife, tremosso, babatinhas ao vinagrete e até azeitonas (no máximo seis azeitonas verdes por pessoa, o que não vale para os hipertensos).

Entradas com o pé direito
Entre as opções mais bacanas estão o antepasto de berinjela com pão francês (evite o pão italiano), o carpaccio (peça sem parmesão em com tempero à parte) e a brusqueta tradicional (com tomates, azeite e manjericão).

Sanbubas
É pouco provável que um boteco de verdade tenha um sanduíche de pão integral com peito de peru no cardápio, mas é possível dar um drible nas calorias com um sanduba de peito de frango ou filé mignon (nada de ‘churrasquinho’ na baguete) acebolados ou com vinagrete à parte, sem queijo, ‘na França’.

Beirute e wrap
O rosbife também é legal para rechear sanduíches light – um beirute no estilo do Frevo (pão sírio, rosbife, tomate e mussarela) é uma ótima opção, assim como os wraps (sandubas enrolados no pão sírio ou pita). Só evite recheios com tomate seco, maionese ou muito cream cheese.

Acabou na pizza?
O pessoal resolveu chamar uma redonda? Não se desespere. Peça a sua parte (ou até uma pizza brotinho) com massa fina e sabores como atum, abobrinha, berinjela, brócolis e escarola, sem queijo ou com mussarela de búfala. Neste caso, a marguerita light também vale.

Quer mais dicas para ser um botequeiro saudável? Mande perguntas e comentários ao Braun Café.

*Fabiana Cristine Braun é nutricionista graduada pela Universidade Anhembi-Morumbi, com especialização em Nutrição Clínica Pediátrica e Vigilância Sanitária de Alimentos pela Universidade de São Paulo e pós-graduada em Nutrição Clínica no Grupo de Apoio de Nutrição Enteral e Parenteral (Ganep).

Sabores da infância

agosto 12, 2009

Tubaína, Cotuba e Gengibirra escolhidas por um 'sommelier de tubaínas'. Foto: Thomas Milz (divulgação)

Tubaína, Cotuba e Gengibirra escolhidas por um 'sommelier de tubaínas'. Foto: Thomas Milz (divulgação)

Tubaína, Pamonhas de Piracicaba e Mandiopan. Se um desses nomes lhe remete à infância, você tem de conhecer o Tubaína Bar, na região do “Baixo Augusta”.

A homenagem ao popular refrigerante sabor tutti-frutti não fica somente no nome: o cardápio oferece diversas marcas da bebida – escolhidas pelo jornalista Guilherme Busch, primeiro “sommelier de tubaínas” do Brasil e criador do blog Confraria das Tubaínas – incluindo drinks para quem já não é mais criança, e outros refrigerantes igualmente comuns em cidades do interior, como a Gengibirra (tipo de soda com gengibre) e a Cotuba (refrigerante tipo guaraná) por R$ 3,50.

Os quitutes também merecem destaque. O cardápio vai dos tradicionais sanduíches de pernil desfiado (R$ 12) e de mortadela, a variações como o cuscuz paulista mole (R$ 15) servido com crosta de farinha de mandioca (uma delícia) e o queijo coalho à milanesa (no lugar do provolone) com molhinho especial (R$ 18).

Bolinhos de Itapetininga do Tubaína Bar

Bolinhos de Itapetininga do Tubaína Bar

A porção de bolinhos de Itapetininga (croquetes de milho recheados com frango desfiado por R$ 14), servida com criatividade em um clássico “porta-sal” de plástico, é saborosa, mas dividiu opiniões na mesa – a massa da coxinha ainda sai ganhando – e o caldinho de feijão, acompanhado de uma “xicrinha” de aguardente, agradou.

O Mandiopan (servido como cortesia) arrancou sorrisos e lembranças de todos. Interessante comparar o sabor que provamos no bar com o que tínhamos na memória daquele mágico salgadinho de mandioca que devorávamos na hora do desenho na TV – o sabor camarão era meu favorito.

“Dirigida pela chefe piracicabana Sol Caldeira, a cozinha do Tubaína oferece comida simples, mas de alta qualidade. Do jeito que mamãe fazia” diz o cardápio.

Mandiopan, o salgadinho mágico, servido como cortesia

Mandiopan, o salgadinho mágico, servido como cortesia

Piracicaba, aliás, é a cidade dos meus pais – minha mãe é piracicabana e meu pai, o Braun, veio da Holanda direto para lá. Tenho saudades das férias e festas de fim de ano, quando brincava com meus primos, zanzando na cozinha da vó Eline e tomando Gengibirra e Tubaína a valer.  As “pamonhas caseiras fresquinhas” também estão no menu do Tubaína. “Olha aí freguesia!”

A jornalista e idealizadora do projeto, Verónica Goyzueta, também abriu espaço para a culinária de sua cidade natal, incluindo o ‘cebiche’ (peixe marinado em limão e especiarias) com a consultoria da chefe peruana Mirtha Goyzueta. “A licença vale porque ela é uma grande mãe, e porque foi criada com Inca Kola, a Tubaína mais famosa das Américas”, conta Verónica, por e-mail. A Inca também é vendida no bar por R$ 12.

Queijo coalho à milanesa com molho especial

Queijo coalho à milanesa com molho especial

A decoração retrô segue a linha ‘infância na casa da vó’ com muito estilo: mesas e cadeiras diferentes – as clássicas de fórmica não poderiam faltar -, poltronas antigas redecoradas e um sofá com uma linda estampa florida no segundo andar tornam o ambiente bacana e aconchegante.

O mezanino, aliás, é um bom lugar para quem não é muito chegado em música ao vivo, que rola somente às terças-feiras (R$ 4 pelo couvert artístico). Quando estive por lá rolou o repertório básico de MPB e pop para agradar a todos. Mas depois de tanto resgate da infância só faltava ouvirmos “Sandra Rosa Madalena”, tomando Tubaína e comendo Mandiopan. Pensando bem até que pode ser uma boa pedida na próxima visita.

Tubaína Bar – Rua Haddock Lobo, 74 (entre as ruas Matias Aires e Fernando de  Albuquerque) – Consolação, São Paulo (SP). Tel.: (11) 3129-4930. Horário: terça a sábado, das 18h às 3h (cozinha até 1h).

Nêga Maluca, a terapia

julho 19, 2009

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Cozinhar por prazer e sem obrigação definitivamente é uma terapia. Nada como preparar uma comida gostosa e deixar os problemas do lado de fora da cozinha.

Recentemente aprendi a terapia do bolo de chocolate com a clássica receita do “Nêga Maluca” ou “Peteleco”, que a Kay me passou. Não requer prática, batedeira nem liquidificador. É tão fácil que ela faz desde criança. Se você nunca fez um bolo, dê um peteleco em si mesmo e entre em ação! O resultado é pura felicidade.

Bolo Nêga Maluca (Peteleco)

Ingredientes: 2 xícaras de farinha, 2 xícaras de açúcar, 1 xícara de chocolate em pó, 1 xícara de água quente, 3/4 de xícara de óleo, 4 ovos e 1 colher de sopa de fermento (não muito cheia).

Modo de preparo (“Fracassos são bons mestres. Não tenha medo.” – Anthony Bourdain)

Ligue o forno na temperatura de 180 graus (ou médio) para que ele fique pré-aquecido por 15 minutos, o tempo máximo que você vai levar para preparar a massa.

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Unte uma assadeira com manteiga ou margarina na temperatura ambiente (não esquente a manteiga porque o bolo vai grudar). Polvilhe trigo na forma (bata de leve nela até que o trigo se espalhe e jogue fora o que sobrou). Uma dica da Kay: você pode polvilhar com chocolate em pó. Hummm… chocolaaate.

Em uma tigela bata os 4 ovos com o fermento (ele vai empelotar. Tenha calma e bata com os ovos até que ele se dissolva tranquilamente).

Coloque em uma tigela grande os ingredientes secos (farinha, chocolate em pó e açúcar) e misture. Agora na ordem: inclua o óleo, a água quente e os ovos batidos com o fermento.

Misture bem os ingredientes e dê um agito! Bata bem a massa na mão até que fique bem homogênea. Despeje a massa na forma untada e leve ao forno por 30 minutos sem abrir a porta. Segure a ansiedade.

Depois deste período faça o teste do palito: coloque um palito no centro do bolo. Se ele sair com pedacinhos da massa, deixe mais 5 minutos e vá testando com outro palito até ele sair quase limpo. Palito ok? Desligue o forno e deixe esfriar.
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Calda da Sol
Se quiser uma calda para incrementar seu bolo, aqui vai a receita fácil da Solange, a Sol, que sempre alegra a redação com suas doces terapias.

“1 lata de leite condensado, 1 lata de creme de leite (com o soro), 1 colher de sopa de manteiga e 4 colheres de sopa de chocolate em pó bem cheias. Misture tudo e leve ao fogo, mexendo sempre até que fique cremoso. Aplique.”

Se estiver com preguiça de fazer calda, outra dica da Sol é polvilhar açúcar com uma peneira sobre o bolo para dar uma graça. Se estiver com a maior preguiça do mundo compre uma barra de chocolate Hershey´s Special Dark (60% cacau). Cura qualquer tristeza.

Aqui vão algumas dicas rápidas de lugares em São Paulo, que estão na minha lista mental (o “Gooloogle”) para futuros ‘toasts’ e foram muito bem recomendados pelos amigos e leitores do Braun Café. Eles sempre dizem “Você já foi no…?” ou “Você tem que ir nesse lugar!”. Então já vou adiantando aqui sete lugares para comer, beber e viver antes… do fim do ano.

Picadinho com tartar de banana do Bar da Dona Onça. Foto: divulgação

Picadinho com tartar de banana do Bar da Dona Onça. Foto: divulgação

Mistura Fina
O Bar da Dona Onça, embaixo do Edifício Copan, um dos cartões postais da cidade, oferece releituras dos tradicionais ‘PFs’ como o picadinho com arroz, ovo frito na manteiga e, no lugar da banana frita, um tartar de banana com cebolinha roxa. Alê Scaglia garante que é um dos melhores picadinhos da vida. O preço não é muito popular (R$ 36 o prato), mas vale a pena, garante o Alê. Dê uma espiada no cardápio no site…
Bar da Dona Onça – Edifício Copan – Av. Ipiranga, 200, Lojas 27 e 29 – República. Tel.: (11) 3257-2016.

Aos mestres-cervejeiros com carinho
Se você gosta de cervejas, o Melograno é o lugar. A carta de rótulos especiais (das brasileiras às belgas) é o diferencial deste bar, na Vila Madalena. Os amigos ‘mestres-cervejeiros’ Flávio Remontti e Fabrício contam que o ambiente é bacana e tem porções e sanduíches incrementados como o Melograno, com ragú de cordeiro na cerveja escura e molho de romã. Aliás, o nome do local é uma referência ao pé de romã (‘melograno’ em italiano) que fica no jardim da casa, informa o site do bar.
Melograno
– Rua Aspicuelta, 436, Vila Madalena. Tel. (11) 3031-2921.

Mulligan: atendimento simpático e boas opções como a tcheca 1795 e a belga Chimay

Mulligan: bate-papo com o garçom e ótimas cervejas como a tcheca 1795

Garçom amigo
Estive duas vezes no Mulligan, tradicional pub de Porto Alegre que abriu sua filial paulistana este ao, e agora faço uma atualização. Na primeira foi um caos por conta do Dia de São Patrício (o bar não estava preparado para receber tanta gente). Voltei no começo de junho e foi um dos melhores atendimentos que já presenciei. Se quiser bater papo sobre cervejas, conte com a simpatia e o conhecimento dos garçons. Só fique de olho na conta – a deliciosa belga Chimay sai por R$ 22 (garrafinha individual), mas é uma ótima pedida assim como a tcheca 1795 (da foto). A Guinness também é cremosa e bem tirada. No cardápio gastronômico, a dica da Cris Sato, que sempre acompanha o blog e dá ótimas dicas, é a panqueca “Boxty Gaelic”, com recheio de filé ao molho de whisky e cogumelos. “Foi a recomendação do nosso garçom e estava uma delícia. A panqueca em si é normal, neutra, mas o recheio estava tão saboroso que pedimos pães só para raspar o que sobrou do molhinho rsrsrs” comenta a Cris.
Mulligan Irish Pub – Rua Bela Cintra, 1.579 – Jardins. Tel.: (11) 3892-1284.

O Nordeste é logo ali
Ainda vou agitar uma excursão para conhecer o Mocotó, na Vila Medeiros. O lugar ficou famoso pelos ótimos pratos da culinária nordestina, sob o comando do jovem chef Rodrigo Oliveira, com preços muito acessíveis e uma extensa carta de cachaças. Quem me falou primeiro de lá foi o Paulo Henrique (querido PH). A Cecília, ‘amigue’ e colaboradora deste blog, esteve por lá recentemente com o Alê Dalóia, com quem adoro bater papo sobre dicas gastronômicas. Os pratos, segundo Cecília, custam em torno de R$ 25 e servem muito bem duas pessoas. Os pedidos incluíram a porção de carne seca na manteiga de garrafa com mandioca cozida e o “Atolado de Bode” (cabrito ensopado com mandioca, servido no mini tacho) .
Mocotó Restaurante e Cachaçaria
– Av. Nossa Senhora do Loreto, 1.100 – Vila Medeiros. Tel.: (11) 2951-3056.


Show de massas chinesas
Entre os milhares de restaurantes orientais do bairro da Liberdade está o Rong He, especializado em massas chinesas feitas na hora – dizem que assistir a preparação é um show a parte. O Gui Colugnatti já me falou muito deste lugar destacando também a excelente porção de bolinhos recheados com camarão no vapor, as porções fartas e os preços muito amigos. Passei a dica ao querido Fábio Almeida, que estava na Liberdade sábado passado e me ligou pedindo uma recomendação. Deu certo. Mais tarde recebi o seguinte torpedo: “Super aprovado o Rong He. O que seria de meu almoço sem vc? Agora temos de ir juntos”.
Restaurante Rong He Massa Chinesa – Rua Da Glória, 622 – Liberdade. Tels.: (11) 3275-1986 / 3208-0529.

Opa!
O Acrópoles, no Bom Retiro, não é o único restaurante grego da cidade. O Café Olympia fica na Chácara Santo Antônio e a dica é do Demi Getschko é diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O Demi é considerado um dos “pais” da internet no Brasil e também sabe tudo da boa mesa. Segundo o ele, além de experimentar bons pratos da culinária grega, como a moussaka, no Olympia você também pode jogar os pratos no chão e dançar ao som de música folclórica ao vivo de qualidade.
Café Olympia – Rua do Estilo Barroco, 25 – Chácara Santo Antonio. Tel.: (11) 5182-7486.

O sahsimi especial da Zona Norte

“Salmão cortado bem fininho com cebolinha, shoyo e limão”. Ao ouvir a descrição feita pelo Alê Dalóia sobre o sashimi do Sushi Hiroshi, você quer largar tudo e ir correndo para o restaurante. Segundo ele, é um dos melhores japoneses da cidade.
Sushi Hiroshi – Rua Capitão Manuel Novaes, 189 – Santana. Tel.: (11) 6979-6677.