Restaurante BBB

dezembro 30, 2013

Risoto milanês com ragu de ossobuco e cogumelos (R$ 22) no almoço do Rodó

Risoto milanês com ragu de ossobuco e cogumelos (R$ 22) no almoço do Rodó

Bom, bacana e barato. O Rodó é o tipo de lugar ‘BBB’ que o Braun Café gosta de indicar. Localizado na Vila Madalena tranquila, onde antes funcionava o italiano Vito, o pequeno e charmoso restaurante oferece culinária ítalo-brasileira de ótima qualidade a preços honestos. No almoço, os valores dos pratos variam de R$ 20 a R$ 22. Que tal?

Picadinho completo com ovo frito, farofa, banana, pastéis de queijo, arroz e cumbuquinha de feijão

Picadinho completo com ovo frito, farofa, banana, pastéis de queijo, arroz e feijão

Sim… é possível servir um belo risoto milanês com ragu de ossobuco e cogumelos por até R$ 22. É justo tendo em vista que ossobuco é uma carne da felicidade: custa pouco e tem muito sabor.

Couver simpático tem focaccia com alecrim, patê de azeitonas e fatias de copa

Couver simpático tem focaccia com alecrim, patê de azeitonas e fatias de copa

Eu fui de picadinho com tudo o que ele tem direito (ovo frito ‘zóião’ com gema mole, que adoro, farofa, arroz, banana frita, pastelzinho de queijo e feijão à parte). Tirando o pastel, que ficou um pouco seco, estava uma alegria de viver. Para refrescar, uma suave limonada de limão siciliano (R$ 4).

Brigadeiro de 'colherão' dá pra dividir (R$ 6)

Show: brigadeiro de ‘colherão’ que dá até pra dividir (R$ 6)

A sobremesa foi um brigadeiro ‘de colherão’ que deu pra dividir com a amiga Cecília e custou R$ 6. Resultado: R$ 37,40 para cada uma, incluindo os merecidos 10% para o serviço atencioso. Satisfação.

Nome e logo em homenagem ao 'Rodó', velho amigo do proprietário

Nome e logo em homenagem ao ‘Rodó’, velho amigo do proprietário

Interessante é que o restaurante abriu as portas, no ano passado, com uma proposta mais refinada e preços mais elevados. Depois de alguns meses complicados e da saída do sócio, Jorge Cury optou por uma proposta mais trivial no meio deste ano. Agora, durante a semana, o salão tem três rodadas de clientes. Se deu bem.

O pequeno e charmoso salão na Vila Madalena fica cheio rapidinho

O pequeno e charmoso salão na Vila Madalena fica cheio rapidinho

O nome Rodó e o perfil no logo do restaurante homenageiam um velho amigo italiano que veramente adorava cozinhar. Jorge contou ao Braun Café que o amigo tinha um fogão só para ele em casa e lhe deu dicas gastronômicas valiosas.

No ano em que surgiram comunidades como SP Honesta e BoicotaSP ficou claro que as pessoas não querem engolir sapo em restaurantes e que é possível encontrar boa comida a preços honestos por aí. Este é o desejo do Braun Café, hoje e sempre. Que 2014 nos traga deliciosas e acessíveis descobertas. Feliz Ano Novo!

Rodó
Rua Pascoal Vita, 329, Vila Madalena – São Paulo
Tel.: (11) 3032-7517
https://pt-br.facebook.com/restauranterodo

Dicas: como o Rodó é pequeno vale reservar ou chegar cedo (até 13h) no almoço. O salão abre para almoço de segunda a sábado, das 12h às 15h. Para o jantar está aberto de  quinta a sábado, das 19h às 23h. Aceita cartões.

Medalhões de peito de frango com batatinhas e cogumelos puxados no azeite do português A Tasca da Esquina (Foto: Ciça Aidar)

Peito de frango com batatas e cogumelos puxados no azeite do português A Tasca da Esquina (Foto: Ciça Aidar)

A quinzena promocional de restaurantes que chegou ao país em 2007 e inspirou outras “Weeks”, em São Paulo, ainda traz algumas propostas atrativas. Uma delas é o português A Tasca da Esquina, que participa da São Paulo Restaurant Week com uma boa apresentação da casa em seu menu de almoço (R$ 35 + R$ 1 de doação para o Instituto Ayrton Senna).

Pelo que pesquisei nos menus desta temporada, que vai de 2 a 15 de setembro, vale mais a pena visitar os restaurantes no almoço, já que o menu do jantar custa (R$ 48 + R$ 1 de doação). Na prática, a conta do almoço com café, água e taxa de serviço vai para R$ 50, no Marcel, por exemplo, ou para R$ 70 se incluir uma taça de vinho, como no A Tasca. Dos restaurantes que fazem cardápios criativos, saborosos e honestos no almoço da Restaurant Week indico AK Vila, Nama Baru e Obá Restaurante.

Veja também:
Wolf’s Garten: um brinde à boa mesa na Restaurant Week
Blú Bistrô: o lado bom da Restaurant Week

Nhoque ao molho aromatizado de trufas é a entrada do francês Marcel (Foto: Priscila Dal Poggetto)

Gnocchi ao molho aromatizado de trufas é a entrada do Marcel (Foto: Priscila Dal Poggetto)

Fazer reserva e escolher um cardápio que realmente vale a pena são as dicas básicas para aproveitar melhor o evento. Só que, este ano, a navegação no site da SPRW está bem ruim para quem quer pesquisar opções entre 130 cardápios participantes. A Veja São Paulo fez um especial com dicas e divisão por tipos de cozinha, restaurantes estreantes e bairros, que dá uma boa ajuda (acesse aqui).

Outra dica é aproveitar o período para experimentar clássicos como o suflê de queijo do francês Marcel, uma das opções do almoço promocional ao lado da delicada entrada de gnocchi ao molho aromatizado de trufas, que quase rouba a cena do suflê. A casa também oferece o boeuf bourguignon com tagliatelle como opção ao suflê (veja o menu).

O clássico suflê de queijo do Marcel (Foto: Daniela Braun)

O clássico suflê de queijo do Marcel (Foto: Daniela Braun)

Cadê o camarão?
No geral, o almoço no restaurante A Tasca da Esquina, foi agradável. Só um porém na entrada: ao contrário da foto e do que diz o menu, a sopa fria de tomates com camarão e cebolete (veja o menu) tem “farofinha de camarãozito” e não camarões, de fato. De qualquer forma, a leve entrada com toque de creme de leite e azeite é saborosa – só faltou o camarão da foto.

Nos pratos principais,  embora a opção certeira em uma casa portuguesa seja o bacalhau às natas (delicioso, apesar das duas espinhas de brinde), não menospreze os tenros medalhões de peito de frango acompanhados de batatinhas assadas e molho com cogumelos puxado no azeite. Quase pedi um ‘replay’ do prato principal – talvez a porção pudesse ser um pouquinho maior também.

Sopa fria de tomates com farofinha de camarão do A Tasca da Esquina. Só faltou o camarão de verdade mostrado na foto de divulgação.

Sopa fria de tomates com farofinha de camarão do A Tasca da Esquina. Só faltou o camarão de verdade mostrado na foto de divulgação. (Foto: Daniela Braun)

O pudim de ovos com creme de laranja fechou bem o menu. Para quem não é muito chegado aos doces portugueses, a opção é um simples sorvete de chocolate com farofa de castanhas. Vale tomar um café expresso acompanhado de copinho de creme de arroz doce. (R$ 4,60)

A carta de vinhos viaja por todas as regiões produtoras de Portugal, só em garrafas. Se quiser uma opção em taça peça o cardápio ao garçom e prepare-se porque o preço é salgado: a taça de vinho verde, perfeita para o almoço, custou R$ 24.

Pudim com ovos e creme de laranja entre as sobremesas do A Tasca da Esquina (Foto: Daniela Braun)

Pudim com ovos e creme de laranja do A Tasca da Esquina (Foto: Daniela Braun)

Dica final: Se for em duas pessoas tente evitar reservar as três mesinhas no sofá, ao fundo do salão porque são muito próximas. Só é legal para fazer amizade com outros clientes.

No geral, valeu a pena aproveitar a Restaurant Week para conhecer um bom restaurante, que é exatamente a proposta do evento – e não criar cardápios baratos e sem criatividade, que fogem da proposta do lugar. A casa também oferece seu próprio menu executivo no almoço, de segunda a sexta. Os preços variam de R$ 53 para o cardápio com pratos do mar e R$ 43 para opções “da terra”, que incluem costelinha de porco, por exemplo.

Café expresso com creme de arroz doce do A Tasca da Esquina (R$ 4,60)

Café expresso com creme de arroz doce do A Tasca da Esquina (R$ 4,60)

Madri no quintal

agosto 11, 2013

Porção de tosstas do La Madrileña: destaque para a versão com quejo de cabra e cebolas caramelizadas

Tostas do La Madrileña: destaque para a de quejo de cabra e cebolas caramelizadas

Encontrar amigos queridos em um quintal charmoso, provando tapas e vinhos, a tarde toda, é um convite à felicidade.

Passei em frente ao La Madrileña, em Pinheiros, quando fui conhecer o polonês Maria Escaleira, e fiquei curiosa com a bandeira da Espanha no mesmo quarteirão. De cara, a vinoteca e restaurante espanhol bar ficou marcada na memória. Quando descobrimos, no site, que a casa tinha mesas no quintal, não houve dúvida.

Mesinhas no quintal da vinoteca em Pinheiros

Mesinhas no quintal da vinoteca em Pinheiros

A ideia inicial do lugar, aberto por dois brasileiros que viveram anos em Madri, era ter uma importadora e loja de vinhos espanhóis, mas a demora no processo de liberação fez com que os sócios Edson Sarabia e Emerson Mafra abrissem as portas, há um ano e oito meses, servindo comidas típicas – preparadas pela mãe de Edson, Dona Luisa, que é espanhola mesmo. Além das mesinhas na entrada e do quintal, a vinoteca tem um salão no andar superior e abre também para o jantar.

As tradicionais "papas bravas" com molho nervoso

As tradicionais “papas bravas” com molho nervoso

Descendo uma escada e subindo outra fomos levados a um espaço tranquilo e arborizado, nos fundos, que também tem uma parte com cobertura para os dias de garoa. O cardápio, de entradas, tapas e principais está descrito em uma única lousa que a jovem Natália – sobrinha de Edson, nascida no Brasil e criada em Astúrias – leva aos clientes.

Jarra de sangria da casa (R$ 36). Vinhos em taça custam entre R$ 15 e R$ 18.

Jarra de sangria da casa (R$ 36). Vinhos em taça custam entre R$ 15 e R$ 18.

Começamos por uma dupla de tostas de presunto (jamón) com ovo de codorna estrelado e surpreendentes tapas de queijo de cabra com cebola caramelizada (não deixe de provar), que saem R$ 36 a porção com quatro tostas. Outra boa pedida da casa são os pintxos (espetinhos) de frango empanado com molho de mostarda e mel (R$ 18). Para embalar o momento, uma jarra de sangria de vinho tinto, leve e refrescante (R$ 36).

As “papas bravas” (R$ 18) são nervosamente apimentadas, como na Espanha. Não espere batatas assadas com molho “magoado”. E se você é bravo com pimentas vai gostar. A tradicional tortilha com cebola (R$ 12) também é uma boa pedida.

"Croquetas" de frango e queijo roquefort inspiradas na nossa amada coxinha

“Croquetas” de frango e queijo roquefort inspiradas na nossa amada coxinha

Uma curiosidade da casa é a porção de “croquetas de frango com queijo” (R$ 18). “Parece coxinha, mas não é”, disse o garçom, que achou uma boa forma de descrever o quitute. De fato, os bolinhos fritos com massa crocante por fora e macia por dentro recheados de peito de frango e gorgonzola são muito apetitosos e bem inspirados na nossa amada coxinha.

Versão de tiramissú da Dona Luisa com calda de frutas vermelhas.

Versão de tiramissú da Dona Luisa com calda de frutas vermelhas.

Em um dia de calor, o sauvignon blanc Emina, vinho levemente frutado da região de Rueda, é uma das opções (R$ 55). As taças variam de R$ 15 a R$ 18 e o Emerson dá ótimas dicas.

A sobremesa da casa pode parecer um pecado dos mais graves: tiramissu com calda de frutas vermelhas. O clássico italiano é dos meus doces favoritos da vida e não o mudaria por nada, mas confesso que o crime compensa.

La Madrileña
Rua Cônego Eugênio Leite, 1127 – Pinheiros – São Paulo
(11) 3034-0344

A sopa de beterraba barszcz 'uma das entradas do polonês Mara Escaleira

A sopa de beterraba barszcz é uma das entradas do polonês Mara Escaleira

Novo endereço: O restaurante mudou para a Rua Mourato Coelho, 53, também em Pinheiros. (informação da gerente Vanessa Wica, em 17/01/2014, ao Braun Café)

O nome “Maria Escaleira” é um homenagem à avó portuguesa da proprietária Vanessa Medrado Wica, que abriu o restaurante ao lado do marido, o chef Andrzej Wica, para oferecer culinária caseira da Polônia e do leste europeu. “Os poloneses que vêm aqui comentam que se lembram da comida da mãe ou da avó”, conta Vanessa.

Porção de Lango Bread, o "bolinho de chuva" salgado da Polônia

Porção de Langos Bread, o “bolinho de chuva” salgado da Polônia

O cardápio inspirado no livro de receitas da avó de Andrzej tem entradas (R$ 17) como a saborosa sopa barszcz (“barsh”), com toque de vinagre e pedacinhos de beterraba. Minha irmã gostou tanto que ficou com desejo de só pedir, e repetir, barszcz na próxima visita. Outra surpresa boa é a porção de langos bread,  bolinhos fritos com massa de batata que mais parecem bolinhos de chuva. Os langos são acompanhados de cream cheese e um agradável chutney de cebola roxa que ameniza o tom salgado dos bolinhos.

Goulash polonês com atrigo sarraceno e creme de cenoura

Goulash polonês com trigo sarraceno e creme de cenoura

Nos pratos principais (porções individuais de R$ 30 a R$ 35, em média) há clássicos como o goulash (picadinho de carne com molho de vinho e páprica) e o pierogi (massa cozida, similar a um ravioli, com recheio de batata e queijo e variações com queijos e espinafre, chucrute ou salmão). Além do chef, o crédio também vai para a cozinheira Thais H.Carvalho.

Pierogi com recheio de batata e queijo com molho de manteiga e bacon crocante

Pierogi com recheio de batata e queijo ao molho de manteiga e bacon crocante

A versão polonesa do goulash acompanha trigo sarraceno e um creme de cenouras levemente adocicado. Optamos pelo pierogi recheado de batata e queijo com molho de manteiga e pedacinhos de bacon crocante. Simples, bem feito e equilibrado. Pena que, desta vez, não sobrou espaço para a sobremesa, que conta com opções interessantes como bolo de sementes de girassol e o Piernik, tradicional bolo de mel com recheio de doce de damasco e cobertura de chocolate (R$ 14).

A fachada do Maria Escaleira, em Pinheiros

A fachada do Maria Escaleira, em Pinheiros

No almoço, durante a semana, o menu tem preços bem convidativos (R$ 25 a R$ 26, o prato) e inclui o ‘Stroganoff Maria Escaleira’ servido com arroz e purê de batata (R$ 29).

Para acompanhar os pratos há opções como vodka polonesa e vinhos. A taça do chileno Cefiro tem preço salgado (R$ 16).

Maria Escaleira
Rua Mourato Coelho, 53 – Pinheiros
São Paulo – SP
Tel (11) 2364-9913

Tutto Italiano

março 17, 2013

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Rossini, o primo do Bellini com morangos, entre os drinks do Tutto Italiano

Vou tirar o pó da mesa aqui do Braun Café para recomendar um restaurante e bar que faz uma homenagem aos sabores e ao estilo da Itália. Aberto em meados do ano passado nos Jardins, o simpático e descontraído Tutto Italiano é uma boa pedida para um drink, jantar ou ambos (a casa também abre para o almoço).

As mesinhas na varanda, logo na entrada, são um convite aos aperitivos no fim do dia. Além dos vinhos em taça (R$ 18, em média) ou garrafa, a carta de drinks tem uma área especial para clássicos como Negroni, Bellini e Spritz (R$ 23 cada). Provei o Rossini, uma versão do Bellini com creme de morangos e prossecco (leve e bem doce). O Fábio foi de Negroni, um dos exemplos de que a Itália ama Campari. Eles também amam a bela atriz Claudia Cardinale, sucesso na década de 60, que estampa os jogos americanos ao lado de Enzo Ferrari.

Negroni e Claudia Cardinale

O Negroni e a Claudia Cardinale

Se quiser ficar só nas entradas para acompanhar os drinks, não faltam opções apetitosas como a burrata com aliche, pinolis e tomatinho (R$ 26 ) ou o Peposo, receita toscana de carne cozida lentamente com vinho e cesta de pães para não deixar escapar nenhum pouco do molho delicioso (R$ 26).

O cardápio faz jus ao nome, tem “tutto” de bom – da saltimboca à bisteca de vitelo à milanesa (R$ 48), dos risotos às massas (carbonara, matriciana, vongole, frutos do mar etc.). A galinha d’angola ao molho de pimenta verde (R$ 48) também parece interessante. É aquele negócio: você faz o pedido já pensando nas opções para a próxima vez (dá uma olhada no cardápio).

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Depois  do Peposo resolvemos optar por uma massa para os dois. Os pratos são individuais e a casa não traz a porção dividida (seria mais simpático se o fizessem), mas oferece um pratinho extra.

O linguine ala matriciana estava saboroso, embora o sal tenha passado do ponto e a presença de cebolas tenha me surpreendido um pouco – diz o cardápio que é a tradicional receita da cidade de Amatrice.

Linguine à matriciana (com cebola)

Linguine à matriciana (com cebola)

Aliás, se quiser preparar uma massa à matriciana em casa recomendo uma visita ao site www.matriciana.com.  A página, em italiano, descreve a verdadeira receita da cidade e destaca que o queijo pecorino tem que ser o suave de Amatrice. “Nada de pecorino romano salgado e forte, que altera o sabor”.

Depois de um Peposo, duas taças de vinho e una pasta não sobrou espaço para a sobremesa. O tiramissú (R$14) estava lá, em destaque, convidando ao dolce ao lado da panna cotta, da baba ao rum, do merengue de morango e tutto mais.

Tutto Italiano
Alameda Tietê, 665 (esquina com a Rua Melo Alves) – Jardins
Tel.: (11) 3061-9639
E-mail: tutto@tuttoitaliano.com.br
Horários: Segunda a quinta das 12h às 16h e das 19h à meia-noite. 
Sexta e sábado: das 12h às 2h
Domingo: das 12h às 17h